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6 eventos
10 de abr
1m
197.534,11 +1,23% · IBOV

Ibovespa renova recorde histórico aos 197 mil pontos pela primeira vez

O Ibovespa engata o terceiro dia de recordes consecutivos na expectativa de negociações para um acordo de paz definitivo no Oriente Médio, fechando em alta de 1,23% aos 197.534,11 pontos. A expectativa de que Israel venh…

28 de jan
3m
R$ 25,21 +2,11% · BBAS3

BBAS3 sobe 2,11% em movimento de recuperação gradual em 2026

As ações do Banco do Brasil (BBAS3) registraram alta de 2,11%, fechando a R$ 25,21, em linha com o movimento de recuperação acumulada de aproximadamente 16% no ano de 2026. O papel vem sendo impulsionado pela entrada de…

23 de jan
3m
R$ 24,28 +3,54% · BBAS3

BBAS3 sobe 3,54% com fluxo estrangeiro e recuperação do setor financeiro

As ações do Banco do Brasil registraram alta expressiva de 3,54% em 23 de janeiro de 2026, saindo de R$ 21,35 para R$ 24,28, em movimento acompanhado pelo setor financeiro brasileiro. O contexto macro mostra forte entrad…

22 de jan
3m
R$ 23,45 +4,69% · BBAS3

BBAS3 dispara 4,69% embalado por rally do setor financeiro

Janeiro de 2026 registrou desempenho histórico para o setor financeiro brasileiro, com o índice IFNC saltando 15% no período, impulsionado pela reprecificação de ativos descontados e forte entrada de fluxo estrangeiro em…

21 de jan
3m
R$ 22,40 +3,99% · BBAS3

BBAS3 sobe 3,99% com fuga para qualidade após crise bancária

As ações do Banco do Brasil registraram forte alta de 3,99% no dia 21 de janeiro de 2026, atingindo R$ 22,40 com volume robusto de 52,3 milhões de papéis. O movimento coincide com a liquidação extrajudicial do Will Bank…

13 de jan
4m
R$ 21,20 -3,06% · BBAS3

BBAS3 cai 3,06% pressionada por inadimplência rural e cenário desafiador

As ações do Banco do Brasil recuaram 3,06% em 13 de janeiro de 2026, em movimento alinhado à pressão observada desde o início do ano. O papel está sendo afetado pela deterioração do crédito rural, com inadimplência do se…

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BBAS3 · CODIGO B3
Setor Financial Services

O Banco do Brasil S.A. é o maior banco do Brasil em ativos totais e o mais antigo banco em operação no país, fundado em 1808 por D. João VI. É uma sociedade de economia mista controlada pela União Federal, que detém a maioria das ações ordinárias com direito a voto. Atua em todos os segmentos de serviços financeiros: banco de varejo, banco corporativo, banco do governo, agronegócio, mercado de capitais, gestão de ativos e seguros.

A operação tem características distintivas. Banco do Varejo atende mais de 70 milhões de clientes pessoa física, com presença consolidada em cidades pequenas e médias do interior do Brasil onde poucos bancos têm capilaridade. Atacado atende grandes corporações e médias empresas. Agronegócio é segmento de destaque: o Banco do Brasil é o maior agente de crédito rural do país, financiando custeio, investimento e comercialização agrícola, com participação de mercado historicamente acima de 50%. Setor Público atende União, estados, municípios e servidores públicos federais.

O Banco do Brasil tem ações listadas na B3 sob BBAS3 (apenas ON, sem PN) e tem ADRs negociados na NYSE como BDORY. É uma das ações mais líquidas da bolsa brasileira e tem peso relevante no Ibovespa. A empresa é frequentemente analisada com prêmio de risco maior do que bancos privados por causa do controle estatal, e historicamente negocia com múltiplo P/L menor que ITUB4 e BBDC4. Em compensação, o dividend yield costuma ser superior aos pares privados em ciclos normais.

Tese de investimento

Os dois lados de BBAS3

A favor

A tese a favor da BBAS3 começa pela posição em agronegócio. O Banco do Brasil é o maior agente de crédito rural do país, com participação histórica acima de 50% do mercado. O agronegócio brasileiro tem crescimento estrutural pela demanda global por proteína animal e grãos, e o Banco do Brasil captura essa expansão via crédito de custeio (insumos, defensivos, sementes) e investimento (máquinas, irrigação, armazenagem). A inadimplência no agro tende a ser baixa pela natureza dos contratos com penhor da safra.

O segundo pilar é a base de clientes funcional pública. O Banco do Brasil é o banco oficial dos servidores públicos federais, do INSS, e de boa parte dos benefícios sociais como Bolsa Família e Auxílio Brasil. Essa base tem rotatividade baixíssima e gera receita recorrente em conta corrente, crédito consignado, cartão e seguros. Em ciclos de inadimplência alta no varejo privado, a base do BB tende a sofrer menos por ter renda mais previsível.

A geração de capital e dividendos é o terceiro ponto. O Banco do Brasil tem política de payout entre 25% e 40% do lucro líquido, com possibilidade de dividendos extraordinários quando há excesso de capital. JCPs trazem benefício fiscal ao acionista pessoa física, sendo tributados em 15% na fonte. O dividend yield histórico costuma ficar entre 5% e 12% ao ano em ciclos normais, frequentemente acima dos pares privados pelo múltiplo descontado.

Por fim, há a defensividade relativa do balanço. O Banco do Brasil opera com índices de capital regulatório adequados ou superiores às exigências de Basileia, tem carteira de crédito diversificada entre varejo, atacado, agro e setor público, e historicamente tem inadimplência geral em níveis aceitáveis. Em ciclos de Selic alta, a margem financeira expande significativamente. O custo de captação é estruturalmente menor que pares privados pela presença massiva em conta corrente de funcionalismo.

Contra

O maior risco da BBAS3 é o controle político. Como sociedade de economia mista controlada pela União, o Banco do Brasil está sujeito a interferência política em momentos de pressão sobre crédito subsidiado, política de juros, ou definição de prioridades estratégicas. Mudanças de governo costumam trocar presidente do banco e diretoria, com risco de redirecionamento estratégico. Investidores institucionais aplicam desconto político persistente que mantém o múltiplo da BBAS3 abaixo dos pares privados.

O segundo risco é a competição estrutural. Bancos privados como Itaú e Bradesco têm rentabilidade estruturalmente maior (ROE 18-22% versus 14-18% do BB) por gestão mais eficiente, melhor mix de produtos e foco em alta renda. Fintechs como Nubank têm corroído base no segmento jovem e de baixa renda. O BB responde com plataforma digital própria mas o ritmo de modernização é mais lento que dos pares privados, e a rede física grande pesa na eficiência operacional (cost-to-income tipicamente entre 45% e 50% versus 38-42% do Itaú).

O risco de crédito é o terceiro vetor. Embora o agronegócio tenha histórico de baixa inadimplência, eventos climáticos extremos (secas prolongadas, geadas, enchentes) e quebras de safra podem elevar provisões rapidamente em ciclos específicos. A carteira de crédito de pequenas e médias empresas e de pessoa física do BB também é volátil em ciclos econômicos. O risco político se traduz em decisões de crédito subsidiado em programas governamentais que podem prejudicar a margem.

Há ainda riscos macro e tributários. Como qualquer banco brasileiro, BBAS3 sofre com câmbio, com risco fiscal, e com mudanças tributárias. A discussão sobre tributação adicional sobre lucros bancários é overhang persistente. O capital regulatório é gerenciado pela administração mas o controlador (governo) pode pedir aumento de payout em momentos de pressão fiscal, comprometendo capacidade de crescimento futuro. Por fim, a dependência do setor público para captação e crédito significa que mudanças estruturais (privatização de processos, mudança de banco oficial dos servidores) teriam impacto material.

Comparação

Como BBAS3 se posiciona

Na bolsa brasileira, os pares mais naturais são ITUB4 (Itaú Unibanco) e BBDC4 (Bradesco). O Banco do Brasil compete com os privados em todos os segmentos do varejo e atacado, mas tem perfil distinto: maior exposição a agronegócio, base relevante em funcionalismo público, e capilaridade em cidades pequenas. Itaú e Bradesco são mais agressivos em alta renda e em produtos sofisticados de wealth management e mercado de capitais. O BB compensa com escala em segmentos específicos.

Comparado a bancos públicos globais como ICICI Bank (Índia, IBN), HDFC Bank (Índia, HDB) e State Bank of India, o Banco do Brasil tem perfil similar: bancos grandes em mercados emergentes com presença em segmentos populares e em agro. Em ROE e em qualidade de crédito, costuma ficar abaixo dos melhores privados nesses países. O dividend yield mais alto compensa parcialmente o múltiplo descontado.

Em métricas operacionais, o Banco do Brasil é o maior em ativos no Brasil mas terceiro em rentabilidade entre os grandes (atrás de Itaú e Banco de Brasília em ROE em alguns períodos). O cost-to-income entre 45% e 50% reflete a estrutura física grande e os custos trabalhistas estatutários. Em ESG, o BB tem programas relevantes em educação financeira e em cidades pequenas. A presença histórica em agronegócio dá ao banco vantagem em ESG agrícola se a tendência de finanças sustentáveis se confirmar globalmente. Para investidor que busca dividendos altos com aceite de risco político, BBAS3 é referência clara.

Na bolsa brasileira, os pares mais naturais são ITUB4 (Itaú Unibanco) e BBDC4 (Bradesco).
Trajetória

A história de Brasil

1964

O Banco do Brasil foi fundado em 12 de outubro de 1808 por D. João VI, sendo um dos primeiros bancos das Américas e o mais antigo em operação contínua no Brasil. Foi criado para financiar atividades comerciais durante o período em que a corte portuguesa estava no Rio de Janeiro. Por séculos, foi o principal banco do Estado brasileiro, com função quase de banco central até a criação do Banco Central do Brasil em 1964.

1960

Os anos 1960 e 1970 foram de modernização e expansão. O Banco do Brasil informatizou operações, expandiu agências para o interior, e se consolidou como o maior banco do país em ativos. A entrada em diversos segmentos como crédito rural (institucionalizado em 1965 com a criação do SNCR), seguros (BB Seguridade) e câmbio reforçaram o perfil universal. Por décadas operou com monopólio quase total em segmentos como crédito ao agronegócio.

1990

Os anos 1990 marcaram desafios e ajustes. Privatizações de outros bancos federais reposicionaram o BB como o principal banco federal restante (junto com Caixa). A flexibilização do mercado financeiro e a entrada de bancos privados pressionaram a rentabilidade. O Banco do Brasil reagiu com modernização tecnológica e foco em segmentos onde mantinha vantagem competitiva, especialmente agro e funcionalismo público.

2010

Os anos 2010 e 2020 foram de resultados oscilantes. O ciclo de juros baixos de 2020 a 2021 pressionou margens, mas a Selic alta de 2022 a 2023 trouxe rentabilidade recorde. Em 2023 e 2024, o Banco do Brasil entregou ROE acima de 18%, próximo do Itaú, com geração de caixa robusta. A digitalização avançou via aplicativo e canais alternativos. O banco anunciou foco crescente em sustentabilidade no crédito agrícola e em produtos de finanças verdes. Continua sendo o maior banco do país em ativos e um dos pilares do mercado de capitais brasileiro.

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre BBAS3

Existem outras classes de BBAS3?

Não. O Banco do Brasil tem apenas ações ordinárias listadas na B3 sob o ticker BBAS3. Não há ações preferenciais. A empresa está no Novo Mercado da B3 desde 2006, segmento que exige uma única classe de ações com direito a voto. Existem ADRs negociados nos Estados Unidos sob o ticker BDORY na NYSE, sendo um dos principais ADRs brasileiros em volume.

Quando o Banco do Brasil paga dividendos?

O Banco do Brasil paga dividendos e juros sobre capital próprio trimestralmente com base nos resultados consolidados. A política prevê payout entre 25% e 40% do lucro líquido, com possibilidade de pagamentos extraordinários. JCPs trazem benefício fiscal ao acionista pessoa física, sendo tributados em 15% na fonte. Os anúncios oficiais saem após cada divulgação trimestral de resultados.

Qual o dividend yield histórico da BBAS3?

O dividend yield da BBAS3 historicamente fica entre 5% e 12% ao ano em ciclos normais, frequentemente acima de ITUB4 e BBDC4 pelo múltiplo P/L mais comprimido. Em ciclos de Selic alta com banco lucrativo (como 2022-2023), o yield pode superar 10%. Para carteiras de renda passiva que aceitam risco político, BBAS3 oferece um dos melhores yields do setor financeiro brasileiro.

Por que o Banco do Brasil tem múltiplo descontado?

O desconto reflete o controle estatal e o risco político associado. Mudanças de governo costumam trocar presidente do banco, com possíveis redirecionamentos estratégicos. Programas de crédito subsidiado, juros menores em produtos específicos e dividendos extraordinários para pressão fiscal do controlador são overhangs persistentes. Investidores institucionais aplicam prêmio de risco que mantém P/L estruturalmente abaixo de ITUB4 e BBDC4. O dividend yield mais alto compensa parcialmente.

Como o agronegócio afeta BBAS3?

O Banco do Brasil é o maior agente de crédito rural do país, com participação histórica acima de 50% do mercado. Em ciclos favoráveis ao agro (preços altos de soja, milho, café, carne), a inadimplência cai e a demanda por crédito de custeio e investimento aumenta. Em quebras de safra ou eventos climáticos extremos, a inadimplência sobe rapidamente. A diversificação do agronegócio brasileiro entre culturas e regiões mitiga parcialmente, mas concentrações específicas existem.

BBAS3 é boa para dividendos?

Sim, especialmente para investidores que aceitam risco político. BBAS3 tem dividend yield historicamente entre 5% e 12% ao ano, com pagamentos trimestrais consistentes. Em ciclos de Selic alta e crédito ao agro forte, a empresa entrega lucros recordes que se traduzem em dividendos altos. Para carteiras de renda passiva, costuma compor entre 5% e 12% do book de ações brasileiras. JCPs amplificam o yield líquido por causa do benefício fiscal.

O Banco do Brasil pode ser privatizado?

A privatização do Banco do Brasil é debatida ocasionalmente mas não há indicação concreta no horizonte próximo. A constituição não impede a privatização, mas exige autorização legislativa e processos rigorosos. Diferente de empresas como Eletrobras, o BB tem características operacionais que tornam a privatização politicamente mais difícil (presença em municípios pequenos, papel social do crédito ao agro pequeno). O cenário base é continuidade do controle estatal nas próximas décadas.

Como Pix e Open Finance afetam BBAS3?

Pix reduziu receita com TED e DOC e aumentou competição em pagamentos. Open Finance permite compartilhamento de dados, aumentando competição. Os impactos são reais mas graduais. O Banco do Brasil tem investido em digital e em produtos como crédito imobiliário, agro e seguros onde a margem é mais protegida. A pressão regulatória é estrutural e tende a comprimir margens de todos os grandes bancos no longo prazo, mas o BB tem nichos defendidos (agro, funcionalismo público) que mitigam o impacto.

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