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GERDAU PN N1

GGBR4 · CODIGO B3
Setor Basic Materials

A Gerdau S.A. é a maior produtora de aços longos das Américas e uma das principais siderúrgicas do continente. A companhia tem operações verticalizadas que vão da reciclagem de sucata e mineração de ferro até a produção de aços longos, planos especiais, fio-máquina, vergalhões, perfis e aços para construção civil, infraestrutura, indústria automotiva e agronegócio. A empresa está presente em mais de 10 países, com operações relevantes no Brasil, Estados Unidos, Canadá, México, Argentina, Peru, Uruguai e Venezuela.

A operação se organiza em divisões geográficas. A Gerdau Aços Brasil é a maior unidade individual em capacidade, atendendo construção civil, indústria e infraestrutura locais. A Gerdau Special Steel produz aços de alta qualidade para a indústria automotiva no Brasil e nos Estados Unidos. A Gerdau North America (Estados Unidos e Canadá) opera mini-mills baseadas em arco elétrico e sucata, atendendo o mercado norte-americano de aços longos. A Gerdau Aços América Latina tem operações na Argentina, Peru e outros mercados. A divisão Gerdau Mineração explora minério de ferro principalmente em Minas Gerais para abastecimento próprio.

A Gerdau tem capital aberto na B3 com duas classes de ações listadas. GGBR4 corresponde às ações preferenciais (PN), sem direito a voto mas com preferência em dividendos, e tem maior liquidez no pregão. GGBR3 corresponde às ações ordinárias (ON), com direito a voto. A holding controladora é a Metalúrgica Gerdau (METAL3 ON e GOAU4 PN), que detém o controle através de blocos de ações. O capital é controlado pelas famílias Johannpeter, descendentes do fundador alemão João Gerdau, com participação relevante de fundos institucionais e pessoas físicas. GGBR4 tem peso relevante no Ibovespa.

Tese de investimento

Os dois lados de GGBR4

A favor

A tese a favor da GGBR4 começa pela posição de liderança em aços longos nas Américas. A Gerdau processa milhões de toneladas por ano, com escala que permite custo unitário competitivo em logística, energia e capital. A empresa tem cerca de 30 plantas industriais no continente, com proximidade a grandes centros consumidores e cadeias de sucata locais. Em aços longos, segmento usado intensivamente em construção civil e infraestrutura, a Gerdau é referência regional, dificultando que importações ou rivais menores capturem share material em mercados onde ela tem dominância logística.

O segundo pilar é a tecnologia de mini-mills. Diferente de siderúrgicas integradas tradicionais que usam alto-forno e dependem de minério de ferro e coque, parte relevante da capacidade Gerdau opera com forno elétrico a arco baseado em sucata reciclada. Esse modelo tem menor pegada de carbono, capex mais baixo, flexibilidade de partir e parar conforme demanda, e custos competitivos em geografias com energia elétrica disponível. A operação americana é majoritariamente mini-mill, alinhando a empresa à transição de baixo carbono na siderurgia. A reciclagem de sucata adiciona narrativa de economia circular.

A diversificação geográfica é o terceiro pilar. Operar no Brasil, América do Norte e América Latina suaviza ciclos regionais. Quando a construção civil brasileira está fraca, a infraestrutura americana via leis de investimento federal pode estar aquecida, mantendo demanda. Em momentos de ciclo industrial argentino fraco, a operação peruana pode compensar. A diversificação também distribui exposição cambial e regulatória, reduzindo risco país concentrado no Brasil.

Por fim, há a tese de geração de caixa e disciplina de capital. Em ciclos favoráveis de aço, com demanda forte e spreads de metálicos bons, a Gerdau gera caixa robusto e tem histórico de distribuição relevante via dividendos e juros sobre capital próprio (JCP). A empresa adota política de retorno ao acionista relativamente generosa, com payout que pode ultrapassar 50% do lucro líquido em alguns anos. A estrutura de capital após anos de redução de dívida deixou o balanço em situação confortável, com endividamento líquido controlado e capacidade de retornar caixa em ciclos altos sem comprometer investimentos. O dividend yield em ciclos favoráveis frequentemente supera dois dígitos.

Contra

O maior risco da GGBR4 é a ciclicidade do setor siderúrgico. O aço é commodity altamente cíclica, com demanda atrelada a construção civil, infraestrutura e indústria automotiva. Em recessões ou desacelerações de investimento, a demanda cai rapidamente e os preços recuam. A China, maior produtora e consumidora mundial, pode despejar excedentes nos mercados americanos via exportações em momentos de excesso de capacidade local, pressionando preços globais e margens de produtores não chineses. A Gerdau, embora não exportadora majoritária, sofre com efeito-cascata sobre preços de referência.

A dependência da construção civil é o segundo grande risco. No Brasil, o setor depende de financiamento habitacional, programas governamentais como Minha Casa Minha Vida e ciclos de juros. Quando o Banco Central eleva a Selic para conter inflação, financiamentos de longo prazo encarecem e demanda por vergalhões e perfis cai materialmente. Nos Estados Unidos, ciclos de juros do Federal Reserve impactam mercado residencial e construção comercial. A demanda de infraestrutura tem sido relativamente resiliente via leis de investimento federal, mas dependente de aprovações políticas que podem mudar com troca de governo.

O risco de capital intensivo é o terceiro pilar. Siderurgia exige capex elevado e contínuo, tanto para manutenção de plantas existentes quanto para modernização tecnológica. A transição para aço de baixo carbono via hidrogênio verde, ferros pré-reduzidos e captura de carbono exige investimentos pesados nas próximas décadas. Empresas que não acompanharem podem enfrentar custo de capital crescente e barreiras regulatórias em mercados europeus via mecanismos como CBAM (carbon border adjustment mechanism), que penalizam aço de pegada alta importado.

Há também riscos cambiais e de matéria-prima. O preço da sucata no mercado americano e europeu, do minério de ferro e do carvão metalúrgico podem subir mais rápido que os preços de venda do aço, comprometendo spreads metálicos. O dólar tem efeito misto: a operação americana é totalmente dolarizada, beneficiando-se de desvalorização do real na consolidação, mas a operação brasileira sofre com encarecimento de matérias-primas importadas. A energia elétrica, insumo crítico para mini-mills, é exposta a tarifas regulatórias, escassez hídrica e risco político em vários mercados onde a Gerdau opera. Por fim, riscos regulatórios e comerciais incluem tarifas anti-dumping, salvaguardas e disputas comerciais que podem afetar volumes e margens.

Comparação

Como GGBR4 se posiciona

Na bolsa brasileira, os pares naturais da GGBR4 são CSNA3 (Companhia Siderúrgica Nacional) e USIM5 (Usiminas). A diferença está no mix de produtos. A Gerdau é majoritariamente focada em aços longos (vergalhões, fio-máquina, perfis), usados intensivamente em construção e infraestrutura. A CSN é siderúrgica integrada com forte presença em aços planos (chapas para automotivo, eletrodomésticos, embalagens) e tem braço relevante em mineração de ferro via Casa de Pedra. A Usiminas também é focada em aços planos, com presença forte no automotivo. Em portfólios siderúrgicos, é comum manter as três pela complementaridade dos drivers de demanda.

Comparada a peers globais, a Gerdau se compara com Nucor (NUE) e Steel Dynamics (STLD) nos Estados Unidos, ambas líderes em mini-mills baseadas em sucata, e com ArcelorMittal (MT) globalmente. A Nucor é frequentemente vista como benchmark de eficiência e governança no setor, com históricos de margens e geração de caixa superiores. Em múltiplos, GGBR4 historicamente negocia com EV/Ebitda entre 3 e 6 vezes, frequentemente em desconto para Nucor e STLD por prêmio de risco emergente, ciclicidade brasileira e governança familiar. O dividend yield da Gerdau costuma ser substancialmente maior em ciclos altos, frequentemente em dois dígitos.

Em produtividade, a Gerdau tem operação de mini-mills competitiva nas Américas, com indicadores de produtividade por funcionário em linha com peers regionais. Em ESG, a empresa publica metas de redução de emissões e tem parcela relevante da produção em mini-mills (menor pegada de carbono que alto-forno tradicional), além de iniciativas de reciclagem de sucata em escala. A Gerdau é referência global em uso de sucata, processando milhões de toneladas anualmente. As metas de net-zero estão estabelecidas para décadas seguintes, alinhadas com tendências do setor, embora a transição completa exija tecnologias ainda em desenvolvimento.

Na bolsa brasileira, os pares naturais da GGBR4 são CSNA3 (Companhia Siderúrgica Nacional) e USIM5 (Usiminas).
Trajetória

A história de Gerdau

1901

A história da Gerdau começou em 1901, quando o imigrante alemão João Gerdau adquiriu uma fábrica de pregos em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. A operação passou por gerações da família, com expansão gradual para outros produtos siderúrgicos. A entrada definitiva no aço aconteceu em 1948, com a aquisição da Siderúrgica Riograndense, que iniciou a produção de aços longos. Durante décadas, a empresa cresceu organicamente no Sul e Sudeste do Brasil, beneficiando-se da industrialização brasileira e dos planos rodoviários do governo Juscelino Kubitschek.

1980

Os anos 1980 e 1990 foram marcados por internacionalização. A Gerdau adquiriu operações no Uruguai, Argentina, Chile e iniciou expansão para a América do Norte. A compra da Ameristeel em 1999 foi marco da expansão americana, dando à empresa posição relevante no mercado de mini-mills norte-americanos. Aquisições subsequentes nos Estados Unidos e Canadá consolidaram a Gerdau North America como uma das maiores produtoras de aços longos do continente.

2000

Os anos 2000 trouxeram diversificação adicional. A empresa expandiu para Espanha (operação posteriormente vendida), México, Peru, Colômbia e Venezuela. O crescimento via M&A foi parcialmente financiado com dívida em moeda forte, e a crise financeira de 2008 e 2009 trouxe desafios de alavancagem. A Gerdau passou por ciclo de reestruturação, vendas de ativos não estratégicos como a operação espanhola, e foco em mercados core das Américas. A capacidade global foi otimizada com fechamento de plantas menos competitivas.

2017

A partir de 2017, a empresa entrou em fase de disciplina de capital, redução de alavancagem e modernização tecnológica. Investimentos em automação, digitalização das plantas e iniciativas de descarbonização (uso crescente de sucata reciclada, biocoque, e estudos de hidrogênio verde) marcaram a fase recente. A Gerdau Next, plataforma de novos negócios, mira oportunidades em construção modular, soluções de aço para infraestrutura e produtos de maior valor agregado. A empresa também consolidou política de retorno ao acionista mais previsível, com dividendos e JCP frequentes em ciclos favoráveis.

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre GGBR4

Qual a diferença entre GGBR3 e GGBR4?

GGBR3 são as ações ordinárias (ON), com direito a voto em assembleias. GGBR4 são as ações preferenciais (PN), sem direito a voto mas com preferência no recebimento de dividendos e em caso de liquidação. Historicamente, GGBR4 tem maior liquidez no pregão, sendo a escolha padrão para investidor pessoa física que busca apenas exposição ao negócio e dividendos. Quem busca direito a voto em assembleias prefere GGBR3 ou METAL3 (holding controladora).

Quando a Gerdau paga dividendos?

A Gerdau tem histórico de pagar dividendos com base em resultados trimestrais e anuais, geralmente em meses subsequentes às divulgações de balanço. A empresa também distribui via juros sobre capital próprio (JCP), instrumento fiscalmente eficiente com retenção de 15% na fonte para PF. Datas com (de corte) e ex (sem direito) são publicadas no site de RI após aprovação em conselho. Em ciclos altos, dividendos extraordinários adicionais costumam ser anunciados.

Qual é o dividend yield histórico da GGBR4?

O dividend yield (DY) da GGBR4 é altamente cíclico. Em fundos de ciclo siderúrgico, o DY pode ficar entre 3 e 6%. Em picos de ciclo, com aço aquecido e spreads metálicos elevados, o DY já superou 15% em períodos como 2021 e 2022 considerando dividendos extraordinários e JCP. A média histórica costuma ficar entre 5 e 10% ao longo do ciclo completo, com volatilidade alta. Investidores costumam considerar a média ao longo do ciclo e não pontualmente.

Como a Gerdau paga proventos: dividendos ou JCP?

A Gerdau combina dividendos clássicos com JCP na sua política de remuneração ao acionista. O JCP é dedutível no imposto de renda da empresa e gera retenção na fonte de 15% para o investidor pessoa física, enquanto dividendos puros são isentos de IR para PF no Brasil. A combinação varia conforme planejamento tributário e disponibilidade de reservas estatutárias. Em ciclos altos, distribuições extraordinárias adicionais costumam ser anunciadas após aprovação em assembleia.

Como o dólar afeta GGBR4?

A Gerdau tem operações majoritariamente dolarizadas via Gerdau North America, com receita e custos em dólares. A operação brasileira tem custo parcial em dólares (matérias-primas importadas, dívida) e receita em reais. Em geral, desvalorização do real beneficia a consolidação contábil ao valorizar a operação americana em base local, mas pode pressionar custos no Brasil. O efeito sobre a dívida em moeda forte é negativo no curto prazo via marcação contábil, mas casado com receita externa via hedge natural.

GGBR4 é boa para uma carteira de longo prazo?

GGBR4 oferece exposição a um setor cíclico essencial com posição de liderança regional e geração de caixa relevante em ciclos altos. É volátil, com desempenho dependente de construção civil, infraestrutura e ciclo de aço, mas pode entregar retornos atrativos. Para carteiras de longo prazo, costuma compor entre 3 e 7% do book de ações brasileiras, complementando setores defensivos. Quem busca dividendos cíclicos e exposição à infraestrutura das Américas tende a apreciar a tese.

Como o ciclo do aço afeta a Gerdau?

O ciclo do aço é o principal driver de margens da Gerdau. Em fase de demanda forte, com construção civil e infraestrutura aquecidas, preços sobem e spreads metálicos (preço de venda menos custo de matéria-prima) ampliam, beneficiando margens. Em fase de demanda fraca ou excesso de oferta global (especialmente importações chinesas), preços recuam e margens comprimem. A diversificação Brasil-América do Norte suaviza ciclos regionais, mas não elimina volatilidade do Ebitda consolidado.

O que são mini-mills e por que importam para a Gerdau?

Mini-mills são plantas siderúrgicas baseadas em forno elétrico a arco que utilizam sucata reciclada como matéria-prima principal, em contraste com siderúrgicas integradas tradicionais que usam alto-forno, minério de ferro e coque. Mini-mills têm capex menor, pegada de carbono significativamente reduzida, flexibilidade operacional alta e podem operar próximo aos centros consumidores. A Gerdau é referência global no modelo, especialmente nos Estados Unidos, alinhando a empresa à transição de baixo carbono no setor.

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