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KLBN11 · CODIGO B3
Setor Basic Materials

A Klabin é a maior produtora e exportadora de papéis do Brasil e a única empresa do país com operação verticalmente integrada em florestas plantadas, celulose, papel para embalagem, papelão ondulado, sacos industriais e papel-cartão. A companhia opera plantas industriais espalhadas por vários estados brasileiros, incluindo Paraná, São Paulo, Santa Catarina, Bahia, Pernambuco e Minas Gerais, com grande complexo florestal em torno do Parque Industrial de Telêmaco Borba (PR), considerado um dos maiores do mundo em integração florestal e industrial.

A operação se estrutura em três grandes negócios. Florestas e Celulose abrange o cultivo de pinus e eucalipto em mais de 700 mil hectares, dos quais cerca de metade é destinada à produção e o restante à conservação ambiental, alimentando a produção de celulose de fibra curta, fibra longa e fluff. Papéis produz papel-cartão para embalagens premium, papel kraftliner e sacos multifoliados industriais, com escala competitiva no Brasil e na América Latina. Embalagens converte parte da produção de papel em caixas de papelão ondulado e sacos para clientes finais, capturando margem adicional na verticalização.

KLBN11 é uma unit que combina uma ação ordinária (KLBN3) com quatro ações preferenciais (KLBN4). Esse formato com quatro PNs por ON é incomum na B3 e reflete a estrutura de capital herdada da história da companhia. As units da Klabin estão entre as principais ações de papel e celulose negociadas no Brasil, integram o Ibovespa e funcionam como termômetro tanto do ciclo global de celulose quanto da demanda por embalagens, especialmente em segmentos como alimentos, bebidas, e-commerce e produtos de higiene.

Tese de investimento

Os dois lados de KLBN11

A favor

A primeira vantagem da Klabin é a verticalização única. Diferente de competidoras especializadas só em celulose (Suzano) ou só em embalagem (CMPC, International Paper), a Klabin opera o ciclo completo, do plantio da árvore à entrega da caixa para o cliente final. Essa integração captura margem em cada etapa, reduz dependência do preço spot da celulose e protege a companhia em ciclos de baixa de pulp via demanda interna por papel kraftliner e papel-cartão.

O segundo pilar é a competitividade florestal. As florestas plantadas da Klabin estão entre as mais produtivas do mundo, com ciclos de corte de 7 anos para eucalipto e até 12 anos para pinus, contra 25 a 40 anos em florestas boreais europeias e canadenses. O custo unitário de madeira no Brasil é dos mais baixos do planeta, posicionando a companhia favoravelmente em curva de custo global de produção de celulose, o que protege a margem mesmo em ciclos de preço deprimido.

A demanda estrutural por embalagem é outro vetor positivo. Tendências como crescimento do e-commerce, substituição de plástico por papel em embalagens (driven by ESG e regulação), expansão da classe média global e demanda por alimentos processados sustentam crescimento de longo prazo da indústria de papel kraftliner e papelão ondulado. A Klabin é exposta a essa tendência via segmento de Embalagens e via Papéis, com clientes pulverizados em alimentos, bebidas, eletrônicos e bens de consumo.

Por fim, há a flexibilidade de mix. A Klabin pode ajustar produção entre celulose para mercado externo e papel para mercado interno, conforme spread entre preços de pulp e de paper. Em ciclos de pulp em alta, a companhia maximiza venda de celulose; em ciclos de paper aquecido, prioriza conversão para embalagem. Essa flexibilidade reduz volatilidade de margem comparado a produtoras puras. A presença em mercado interno protegido também cria barreira a competidores estrangeiros, já que logística de papel é cara e regional.

Contra

O principal risco da Klabin é a exposição ao ciclo global de celulose. O preço da pulp BHKP (fibra curta) e da pulp NBSK (fibra longa) é determinado por oferta e demanda global, com grande influência da China, que é o maior importador. Em ciclos de excesso de oferta (novas plantas entrando em operação) ou demanda fraca (desaceleração industrial chinesa), o preço da celulose pode cair 30 a 50% em poucos trimestres, pressionando margem do segmento de Celulose mesmo com custo de produção competitivo.

O segundo risco é a alavancagem financeira. A Klabin investiu fortemente em projetos como o Puma I e Puma II em Ortigueira, com capex bilionário em ampliação de capacidade. Esses projetos elevam dívida bruta e exigem geração de caixa robusta para serem amortizados. Em ciclos adversos de pulp e de juros altos no Brasil, o custo do serviço da dívida pode pressionar lucro líquido e limitar capacidade de pagamento de dividendos.

A dependência cambial é faca de dois gumes. Receita de celulose é dolarizada (preço internacional em USD), o que protege contra desvalorização do real. Mas custo de capex em projetos novos tem componente em dólar (equipamentos importados) e dívida da companhia tem parcela em moeda estrangeira. Movimentos abruptos de câmbio podem gerar despesa financeira contábil relevante e impacto no resultado, mesmo sem efeito caixa imediato.

Há também risco operacional e ambiental. Plantas industriais de celulose e papel são intensivas em capital, com paradas para manutenção que afetam volume produzido. Eventos como incêndios florestais, pragas em plantios, falhas em equipamentos pesados ou problemas com licenciamento ambiental podem afetar produção. A companhia opera em ambiente regulatório complexo, com cobrança crescente de stakeholders sobre práticas socioambientais, certificações florestais (FSC), tratamento de efluentes e emissões de gases de efeito estufa.

Comparação

Como KLBN11 se posiciona

Na B3, o par natural da Klabin é a Suzano (SUZB3), que é a maior produtora mundial de celulose de fibra curta e líder em market share global. A diferença é que Suzano é praticamente um pure-play em celulose com pouca verticalização para papel e embalagem, enquanto Klabin tem mix mais balanceado entre celulose e produtos de papel finalizados. Em ciclos de pulp em alta, Suzano tende a ter alavancagem operacional maior; em ciclos defensivos, Klabin costuma ter resultado mais estável devido ao mix de produto e à demanda interna por embalagens.

Comparada a peers globais como Stora Enso (Suécia), UPM (Finlândia), Mondi (Reino Unido) e International Paper (EUA), a Klabin negocia com prêmio em margem operacional graças ao custo florestal brasileiro. As majors europeias e americanas lutam com custo de fibra mais alto e ciclos florestais mais longos, o que pressiona margem em ciclos de pulp baixa. O P/L histórico da Klabin costuma ficar entre 8 e 18 vezes, com forte oscilação ao longo do ciclo, similar ao de pares globais.

Em produtividade florestal, a Klabin opera com IMA (Incremento Médio Anual de madeira por hectare) entre os mais altos do mundo para eucalipto. Em ESG, a companhia mantém certificação FSC para parte relevante das florestas, opera grandes áreas de conservação ambiental e fez avanços em redução de emissões e em metas de net-zero. Comparada a competidoras europeias, ainda há cobrança maior por transparência em emissões de Escopo 3 (cadeia de fornecedores e clientes) e por progresso em economia circular.

Na B3, o par natural da Klabin é a Suzano (SUZB3), que é a maior produtora mundial de celulose de fibra curta e líder em market share global.
Trajetória

A história de Klabin

1941

A Klabin foi fundada em 1899 em São Paulo pela família Klabin, imigrantes lituanos liderados por Maurício Freeman Klabin. A companhia começou como gráfica e papelaria, evoluindo para produção de papel ao longo das primeiras décadas do século XX. Em 1941, comprou áreas florestais em Telêmaco Borba (PR) que se tornariam a base do parque industrial Monte Alegre, primeiro grande complexo florestal-industrial integrado do Brasil.

1979

Ao longo da segunda metade do século XX, a Klabin se consolidou como líder em papéis para embalagem no Brasil, com expansão de capacidade em sacos industriais, papel-cartão e papelão ondulado. Em 1979, abriu capital na Bovespa, tornando-se uma das primeiras grandes empresas familiares brasileiras a fazer IPO. A estrutura de capital com units (uma ON e quatro PNs) refletia o desejo da família controladora de manter governança concentrada enquanto captava recursos no mercado.

2000

O período de 2000 a 2015 foi de profissionalização e expansão. A companhia investiu em plantas como o complexo de Ortigueira (PR), com obras do Projeto Puma I (capacidade de cerca de 1,5 milhão de toneladas de celulose por ano) entrando em operação em 2016. Em 2019, anunciou o Projeto Puma II, com investimento de mais de 12 bilhões de reais e foco em ampliação de capacidade de papel kraftliner e celulose fluff (usada em fraldas e absorventes), entrando gradualmente em operação no início da década de 2020.

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Nos últimos anos, a Klabin reforçou foco em sustentabilidade, ampliou áreas de conservação, certificou florestas e firmou compromissos públicos de redução de emissões. A estratégia de diversificação para fluff e o aumento de capacidade de papel kraftliner posicionaram a companhia para capturar tendência global de substituição de plástico por papel em embalagens, especialmente em e-commerce, alimentos e produtos de higiene pessoal. A família Klabin segue como acionista de referência, em estrutura de controle com presença de fundos de pensão e investidores institucionais.

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre KLBN11

O que é uma unit KLBN11 e qual a diferença para KLBN3 e KLBN4?

KLBN11 é uma unit, ou seja, um pacote que combina uma ação ordinária (KLBN3) com quatro ações preferenciais (KLBN4). Quem compra KLBN11 detém esses cinco papéis em proporção fixa. KLBN3 dá direito a voto em assembleias, KLBN4 não dá voto mas tem preferência em dividendos. A unit é a forma mais líquida e mais negociada da Klabin na B3 e integra o Ibovespa, sendo a referência usual para investidores no setor de papel e celulose.

Quando a Klabin paga dividendos?

A Klabin costuma distribuir proventos com frequência trimestral, sob a forma de dividendos e juros sobre capital próprio (JCP), com base em política de remuneração que considera geração de caixa, alavancagem e necessidades de investimento. Os anúncios saem após divulgação de resultados trimestrais, e as datas com (data de corte) e ex (data sem direito) são publicadas no site de relações com investidores da companhia.

Qual o dividend yield histórico de KLBN11?

O dividend yield de KLBN11 varia conforme o ciclo de pulp, o nível de capex em projetos como Puma I e II e a alavancagem da companhia. Em ciclos de pulp aquecidos, o DY costuma ficar entre 4% e 8% ao ano. Em ciclos com forte capex e pulp deprimida, pode ficar abaixo de 3%. A Klabin não é uma ação de dividendo extremo, e sim um equilíbrio entre crescimento via expansão de capacidade e remuneração ao acionista.

A Klabin paga juros sobre capital próprio (JCP)?

Sim. A Klabin utiliza JCP como parte da remuneração ao acionista, aproveitando a dedução fiscal sobre o lucro tributável que essa estrutura permite. O acionista pessoa física recebe JCP com retenção de 15% de imposto de renda na fonte. A combinação entre dividendos e JCP é definida pelo conselho de administração ao longo do exercício e divulgada com antecedência via fato relevante.

Como o preço da celulose afeta KLBN11?

O preço da celulose BHKP (fibra curta) e NBSK (fibra longa) é o principal driver do segmento de Celulose da Klabin, que responde por parcela relevante da receita. Cada 100 dólares por tonelada de variação no preço internacional pode representar centenas de milhões de reais em Ebitda anual. A relação não é linear porque a companhia tem flexibilidade de mix entre celulose e papel, o que amortece o impacto comparado a produtoras puras de pulp como Suzano.

KLBN11 é boa para uma carteira de longo prazo?

KLBN11 oferece exposição diversificada a celulose e embalagens, com geração de caixa estruturalmente sólida graças ao custo florestal brasileiro. Para carteiras de longo prazo, costuma compor entre 3% e 8% do book de ações brasileiras, junto com outras commodities exportadoras como Vale e Suzano. É uma ação cíclica que combina dividendos moderados com potencial de valorização em ciclos de pulp aquecidos, sendo adequada para investidores que aceitam volatilidade.

Qual a relação entre KLBN11 e o dólar?

A receita de celulose da Klabin é dolarizada, já que pulp é commodity precificada em USD globalmente. Quando o real desvaloriza, a receita medida em reais aumenta, beneficiando margem do segmento de Celulose. Por isso, KLBN11 funciona como hedge parcial contra desvalorização cambial. Por outro lado, parte do capex em projetos novos tem componente importado e a dívida tem parcela em moeda estrangeira, o que pode gerar variação cambial contábil relevante no resultado.

Qual a diferença entre fibra curta, fibra longa e fluff?

Fibra curta (BHKP) vem do eucalipto e é usada principalmente em papel tissue (papel higiênico, guardanapos), papel imprimir-escrever e papel-cartão. Fibra longa (NBSK) vem do pinus e é usada em papéis que precisam de resistência mecânica, como kraftliner para embalagem e sacos. Fluff é uma celulose especial absorvente, derivada do pinus, usada em fraldas descartáveis, absorventes higiênicos e produtos médicos. A Klabin produz os três tipos, com peso relevante de cada um no mix.

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