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MXRF11

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FII MAXI RENCI ER

MXRF11 · CODIGO B3
Setor Real Estate

O Maxi Renda Fundo de Investimento Imobiliário, negociado sob o ticker MXRF11, é um dos fundos imobiliários mais populares e amplamente distribuídos do mercado brasileiro, com base de cotistas pessoa física que ultrapassa as centenas de milhares. Trata-se de um FII híbrido com perfil predominante de papel, focado em renda mensal por meio de uma carteira diversificada de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), letras de crédito imobiliário, cotas de outros fundos imobiliários e participações pontuais em ativos de tijolo.

A estrutura do fundo é gerida pela XP Asset Management, com mandato voltado à entrega de fluxo mensal estável e diversificação de risco entre dezenas de operações de crédito imobiliário. Os CRIs em carteira são lastreados em recebíveis de empreendimentos residenciais, comerciais, logísticos e mistos, com indexadores variados como IPCA, CDI, IGP-M e taxas prefixadas. A diversificação por emissor, devedor, setor e indexador é uma marca da estratégia, reduzindo o impacto de eventuais inadimplências individuais.

Uma das características distintivas do MXRF11 é o ticket acessível, com cota historicamente negociada em patamar significativamente abaixo de outros FIIs líquidos da B3. Isso o torna porta de entrada comum para investidores iniciantes que querem começar com pouco capital, característica que ajuda a explicar a base extraordinariamente ampla de cotistas e o volume diário de negociação entre os mais altos do segmento. A distribuição de rendimentos é mensal, padrão dos FIIs, e a gestão realiza emissões frequentes para crescer o patrimônio e reciclar a carteira de CRIs conforme amortizações e novos investimentos.

Tese de investimento

Os dois lados de MXRF11

A favor

A tese a favor do MXRF11 começa pela diversificação granular do portfólio. Diferentemente de FIIs de tijolo concentrados em poucos imóveis, o MXRF11 carrega dezenas de operações de crédito imobiliário, cada uma com tamanho relativamente pequeno em relação ao patrimônio total. Isso significa que uma inadimplência ou recuperação judicial de um devedor específico tende a ter impacto limitado na distribuição mensal, já que o evento é diluído pela quantidade de operações. Essa estrutura de risco pulverizado é uma das razões pelas quais o fundo consegue manter distribuição relativamente estável ao longo do tempo.

O segundo pilar é a indexação inflacionária e ao CDI dos CRIs. A maior parte dos certificados em carteira são pós-fixados em IPCA mais um spread fixo, ou em CDI mais um spread, ambos modelos que protegem o poder de compra da renda em ciclos inflacionários e capturam ganho em ciclos de Selic alta. Em momentos de inflação alta, o componente IPCA dos CRIs se traduz em rendimento bruto maior, beneficiando os cotistas. Em ciclos de juros altos, os CRIs CDI plus entregam fluxo robusto. Essa combinação de indexadores oferece comportamento defensivo em diferentes regimes macro.

A vantagem fiscal estruturante do FII se aplica integralmente. Os rendimentos distribuídos mensalmente pelo MXRF11 são isentos de imposto de renda para pessoa física que cumpra os requisitos legais, com fundo possuindo pelo menos 50 cotistas, cota negociada exclusivamente em bolsa e investidor com participação inferior a 10% do total. Essa isenção é especialmente relevante porque o fundo investe em CRIs, que individualmente já são isentos para pessoa física mas exigem ticket alto e operação fragmentada. O FII oferece o mesmo benefício fiscal com diversificação automática e ticket pequeno.

Por fim, há os fatores de liquidez e acessibilidade. MXRF11 está entre os FIIs mais negociados da B3, com volume diário robusto que permite entrada e saída sem impacto relevante de preço. O ticket acessível, com cota frequentemente abaixo de R$ 15, viabiliza estratégias de aporte mensal disciplinado para investidores em fase de acumulação. A familiaridade do fundo com o investidor pessoa física e a frequência de emissões de cotas tornam o MXRF11 um veículo prático para quem quer compor carteira de FIIs com simplicidade operacional.

Contra

O principal risco do MXRF11 é o de crédito. Como FII de papel, a receita do fundo depende do pagamento pontual dos CRIs em carteira pelos respectivos devedores, e qualquer deterioração no ambiente de crédito imobiliário, como aumento de inadimplência em construtoras ou recuperação judicial de incorporadoras, afeta diretamente a distribuição. Embora a diversificação ajude, ciclos de estresse no setor imobiliário, como o vivido em 2015 e 2016, podem gerar provisões e perdas que comprimem o yield mensal. O cotista precisa entender que estabilidade não é garantida e que a carteira tem risco de crédito real.

A sensibilidade ao ciclo de juros é dupla. Em ciclos de Selic alta, os CRIs pós-fixados em CDI ou IPCA entregam yields nominais elevados, mas o preço da cota pode sofrer com rotação de capital para títulos públicos e percepção geral de aversão a risco. Em ciclos de Selic baixa, os spreads sobre CDI e IPCA podem comprimir, e o fluxo nominal cai. A natureza de papel do fundo o torna mais sensível a movimentos de curva de juros que FIIs de tijolo puros, característica que pode surpreender investidores menos experientes que esperam comportamento idêntico ao de aluguel.

Há também o risco de gestão e alocação. A qualidade dos CRIs comprados, o cuidado com diligência de devedores e a velocidade de provisionamento de operações em estresse dependem da equipe gestora. Decisões equivocadas em emissões de cotas ou em concentração setorial podem impactar a performance ao longo do tempo. Investidores com perfil mais conservador costumam preferir FIIs de papel com carteira mais simples e transparente, e a ampla diversificação do MXRF11, embora protetora em termos estatísticos, dificulta o acompanhamento individual das operações pelo cotista.

Há ainda o risco regulatório. Propostas recorrentes de tributar os rendimentos de FIIs ou de alterar o tratamento dos CRIs aparecem em pauta legislativa periodicamente, e qualquer mudança nesse arcabouço afetaria diretamente o yield líquido do fundo. A popularidade do MXRF11 como porta de entrada para iniciantes também é vetor de risco comportamental, com muitos cotistas alocando peso excessivo no ativo sem compreender a natureza de papel da estratégia, o que pode gerar frustração em ciclos de oscilação de cotação.

Comparação

Como MXRF11 se posiciona

Dentro do segmento de FIIs de papel, os pares mais relevantes do MXRF11 são KNCR11 (Kinea Rendimentos Imobiliários), KNHY11 (Kinea High Yield), HGCR11 (CSHG Recebíveis Imobiliários), VGIR11 (Valora Recebíveis Imobiliários) e RBRR11 (RBR Rendimento High Grade). A diferenciação entre eles se dá por perfil de risco da carteira (high grade vs high yield), composição de indexadores (CDI vs IPCA), tamanho médio das operações e estratégia de gestão.

Em métricas comparáveis, o P/VP histórico do MXRF11 costuma negociar entre 0,90 e 1,05 ao longo de ciclos completos, com mediana próxima da paridade. Em ciclos de inflação alta e Selic elevada, o yield nominal do fundo pode superar dois dígitos anualizados, e em ciclos de juros baixos cai para faixa de 7% a 9% ao ano. O fundo costuma operar com yield mensal anualizado em linha ou ligeiramente acima da média de FIIs de papel high grade, com perfil de risco intermediário entre os puramente conservadores e os high yield.

Em mandato e estratégia, o MXRF11 se diferencia pela diversificação extrema, com dezenas de operações em carteira, e pela combinação balanceada de IPCA e CDI plus, oferecendo proteção em diferentes cenários macro. Comparado com KNCR11, que é mais focado em CDI plus, e com KNHY11, que tem perfil mais agressivo e maior spread, o MXRF11 ocupa posição intermediária. Em relação a fundos puramente high grade como HGCR11, o MXRF11 aceita um pouco mais de risco de crédito em troca de yields mais altos. A escala superior em volume diário e número de cotistas dá ao MXRF11 vantagem clara de liquidez no segmento, fator relevante para investidores que valorizam facilidade de entrada e saída.

Em métricas comparáveis, o P/VP histórico do MXRF11 costuma negociar entre 0,90 e 1,05 ao longo de ciclos completos, com mediana próxima da paridade.
Trajetória

A história de Fii

2012

O Maxi Renda FII teve seu IPO em 2012, em fase ainda inicial da indústria de FIIs brasileiros. A estratégia inicial focava em ativos imobiliários diversificados com objetivo de gerar renda mensal consistente, e a composição da carteira foi se concentrando progressivamente em CRIs ao longo dos anos, conforme o segmento de crédito imobiliário se desenvolvia e oferecia oportunidades atrativas de spread.

2010

Ao longo da década de 2010, o fundo realizou diversas emissões de cotas para crescer o patrimônio e ampliar a diversificação da carteira de CRIs. A combinação de ticket acessível, distribuição mensal e isenção fiscal atraiu uma onda crescente de investidores pessoa física, especialmente após a popularização de plataformas de investimento digitais e o avanço da educação financeira. A base de cotistas se ampliou de forma exponencial, transformando o MXRF11 em um dos FIIs mais conhecidos do mercado.

2020

A pandemia de Covid-19, em 2020 e 2021, foi um teste relevante para FIIs de papel. Embora alguns segmentos imobiliários tenham sofrido com fechamentos e dificuldades operacionais, a diversificação do MXRF11 ajudou a absorver os impactos pontuais sem grandes rupturas na distribuição mensal. A inflação alta nos anos seguintes beneficiou a parcela IPCA da carteira, e a alta da Selic em 2022 e 2023 amplificou os yields nominais via componente CDI dos CRIs.

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Nos anos subsequentes, o fundo enfrentou desafios típicos do ciclo de juros alto, com pressão sobre cotação mesmo com fluxo de distribuição preservado. A gestão da XP Asset manteve foco em diligência de crédito, diversificação setorial e geográfica, e reciclagem da carteira conforme amortizações de CRIs liberavam capital para novas operações. O MXRF11 consolidou posição como um dos fundos imobiliários de maior penetração entre o investidor pessoa física brasileiro, papel reforçado pela combinação de ticket acessível, liquidez diária elevada e simplicidade operacional.

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre MXRF11

Como funciona a distribuição de rendimentos do MXRF11?

O MXRF11 distribui rendimentos mensalmente aos cotistas, padrão dos FIIs brasileiros, com pagamentos geralmente em torno do 10º ao 15º dia útil de cada mês, referentes ao caixa gerado no mês anterior pelos juros dos CRIs em carteira e demais ativos. Para pessoa física, esses rendimentos são isentos de imposto de renda, desde que o fundo tenha pelo menos 50 cotistas, a cota seja negociada exclusivamente em bolsa e o investidor não possua mais de 10% das cotas. Essa isenção é uma das vantagens estruturais do veículo FII em relação a outros instrumentos de renda fixa.

Qual o histórico de dividend yield do MXRF11?

O dividend yield mensal anualizado do MXRF11 historicamente oscila em faixa ampla, entre cerca de 7% e 13% ao ano, dependendo do ciclo de juros, da inflação e da composição corrente da carteira de CRIs. Em ciclos de Selic alta e inflação elevada, o yield se aproxima do teto da faixa graças à indexação CDI plus e IPCA plus dos certificados. Em ciclos de juros baixos, o yield cai para o piso. O yield futuro depende não apenas dos rendimentos atuais, mas também da capacidade da gestão de manter qualidade da carteira, evitar inadimplências relevantes e reciclar capital em novas operações com spreads atrativos.

O que significa P/VP acima ou abaixo de 1 para o MXRF11?

O P/VP é a relação entre preço de mercado da cota e valor patrimonial por cota. Acima de 1, o mercado paga prêmio sobre o patrimônio, geralmente por confiar na geração de receita futura ou em razão de fluxos de demanda elevada por FIIs. Abaixo de 1, indica desconto sobre o valor dos ativos, comum em ciclos de juros altos ou quando há percepção de risco de crédito no setor imobiliário. Para o MXRF11, o P/VP histórico tende a oscilar em torno da paridade, com excursões para cima em momentos de queda da Selic e para baixo em ciclos de aperto monetário ou estresse de crédito.

Como a Selic afeta o MXRF11?

A Selic exerce influência dupla sobre o MXRF11. Por um lado, ciclos de Selic alta amplificam o yield nominal dos CRIs CDI plus em carteira, aumentando o fluxo distribuído mensalmente. Por outro lado, a alta da Selic desloca capital para títulos públicos pós-fixados sem risco de crédito, comprimindo o preço da cota. O efeito líquido depende da magnitude e duração do ciclo. Em ciclos de Selic baixa, o yield nominal cai mas a cota tende a se valorizar, em ciclos de Selic alta o yield nominal sobe mas a cota pode descontar. O cotista de longo prazo tende a se beneficiar do yield, e o cotista preocupado com marcação a mercado precisa monitorar o ciclo.

MXRF11 é bom para renda passiva e aposentadoria?

MXRF11 é frequentemente citado em carteiras voltadas à geração de renda passiva por combinar distribuição mensal, isenção fiscal para pessoa física, ticket acessível e diversificação granular em dezenas de CRIs. Para aposentadoria, faz sentido como uma das peças de uma carteira diversificada, complementando FIIs de tijolo, títulos públicos e ações pagadoras de dividendos. O investidor precisa estar ciente de que se trata de FII de papel com risco de crédito, não de tijolo, e que a estabilidade do fluxo depende da saúde do mercado de crédito imobiliário e da disciplina de diligência da gestão.

Qual a diferença entre FII de tijolo e FII de papel no caso do MXRF11?

MXRF11 é um FII híbrido com perfil predominante de papel, ou seja, a maior parte do patrimônio investe em recebíveis imobiliários como CRIs, que geram receita por juros pagos pelos devedores. FIIs de tijolo, por outro lado, investem em imóveis físicos e geram receita por aluguéis. Tijolo tende a ter receita estável em termos reais, indexada à inflação via contratos, mas vacância e renegociações afetam o resultado. Papel oscila com indexadores como CDI e IPCA, tem risco de crédito do emissor mas zero vacância. O MXRF11 explora as características de papel: alta diversificação de operações, indexadores variados e liquidez via amortizações periódicas.

Qual o risco de inadimplência no MXRF11?

O risco de inadimplência existe em todo FII de papel e está atrelado à capacidade dos devedores dos CRIs de honrarem os pagamentos no prazo. No MXRF11, esse risco é mitigado pela diversificação extrema, com dezenas de operações em carteira de tamanhos relativamente pequenos em relação ao patrimônio total. Mesmo assim, ciclos de estresse no setor imobiliário, como recessões severas ou crises de incorporadoras, podem gerar provisões e perdas pontuais que comprimem o yield. A qualidade da diligência de crédito da gestão e a velocidade de reconhecimento de problemas são fatores críticos para mitigar esse risco ao longo do tempo.

Como funciona a indexação dos CRIs do MXRF11?

Os CRIs em carteira do MXRF11 têm indexação variada conforme a operação. A maioria é pós-fixada em IPCA mais um spread fixo (ex.: IPCA + 6% ao ano) ou em CDI mais um spread (ex.: CDI + 2% ao ano). Operações IPCA plus protegem o poder de compra em ciclos inflacionários e capturam ganho real consistente. Operações CDI plus capturam ganho em ciclos de Selic alta e oferecem proteção contra alta de juros. A combinação desses indexadores na carteira oferece comportamento defensivo em diferentes regimes macroeconômicos. Há ainda parcela menor em CRIs prefixados ou indexados a IGP-M, com pesos que variam conforme estratégia da gestão.

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