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7 eventos
10 de abr
1m
197.534,11 +1,23% · IBOV

Ibovespa renova recorde histórico aos 197 mil pontos pela primeira vez

O Ibovespa engata o terceiro dia de recordes consecutivos na expectativa de negociações para um acordo de paz definitivo no Oriente Médio, fechando em alta de 1,23% aos 197.534,11 pontos. A expectativa de que Israel venh…

28 de jan
3m
R$ 37,20 +2,96% · PETR4

PETR4 avança 11,4% com expectativa de petróleo e fundamentos sólidos

A forte alta de PETR4 em 28 de janeiro de 2026, saindo de R$ 33,38 para R$ 37,20, ocorreu em contexto de perspectivas positivas para o setor de petróleo e os fundamentos da Petrobras no início do ano. Analistas destacava…

27 de jan
3m
R$ 36,13 +2,18% · PETR4

PETR4 sobe 2,18% com recuperação do petróleo e perspectivas positivas

As ações da Petrobras encerraram em alta de 2,18%, fechando em R$ 36,13, em sessão de forte volume. Embora não haja fatos relevantes específicos divulgados no dia, o movimento reflete a recuperação do setor após volatili…

23 de jan
3m
R$ 35,04 +4,35% · PETR4

PETR4 sobe 4,35% em meio a volatilidade do petróleo no início de 2026

A alta expressiva de PETR4 em 23 de janeiro de 2026, saltando de R$ 31,97 para R$ 35,04, ocorreu em um contexto de volatilidade no mercado de petróleo no início do ano. Embora não haja fatos relevantes específicos divulg…

21 de jan
3m
R$ 33,43 +3,53% · PETR4

PETR4 sobe 3,53% com valorização do petróleo no início de 2026

A alta de 3,53% da PETR4 em 21 de janeiro de 2026 ocorreu em um contexto de valorização do petróleo no início do ano, após a commodity ter encerrado 2025 pressionada. O mercado monitorava tensões geopolíticas na Venezuel…

14 de jan
3m
R$ 31,99 +2,73% · PETR4

PETR4 sobe 2,73% em recuperação técnica com fundamentos resilientes

Em janeiro de 2026, a Petrobras operava em ambiente desafiador marcado pela deposição de Maduro na Venezuela e expectativa de pressão nos preços do petróleo, afetando empresas exportadoras alinhadas à paridade internacio…

13 de jan
4m
R$ 31,14 +2,57% · PETR4

Petrobras sobe 2,57% em meio a perspectivas para 2026

A valorização de PETR4 em 13 de janeiro reflete o ambiente construtivo de início de ano para a estatal. Analistas destacam fundamentos sólidos da companhia, com foco em crescimento de produção no pré-sal (Búzios e Mero)…

PETR440 MATÉRIAS · 6 FONTES

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PETR4 · CODIGO B3
Setor Energy

A Petróleo Brasileiro S.A., conhecida como Petrobras, é a maior empresa do Brasil em receita e uma das principais companhias de energia integrada do mundo. Atua na exploração e produção de petróleo e gás natural, refino, comercialização, transporte, petroquímica, distribuição de derivados, energia elétrica, gás natural, biocombustíveis e outras fontes renováveis. A empresa é controlada pela União Federal, que detém a maioria das ações ordinárias com direito a voto, mas possui capital aberto e ações negociadas na B3 e na Bolsa de Nova York via ADRs.

A operação da Petrobras se concentra em três grandes segmentos. O Exploração e Produção é o coração do negócio e responde pela maior parte da geração de caixa, com forte presença no Polígono do Pré-Sal nas bacias de Campos e Santos. O Refino, Transporte e Comercialização opera 11 refinarias no país e abastece a maior parte da gasolina, diesel e gás de cozinha consumidos no Brasil. O segmento de Gás e Energia integra a cadeia de gás natural, atendendo distribuidoras estaduais e usinas termelétricas próprias.

A Petrobras é uma das maiores produtoras de petróleo em águas profundas do mundo, posição construída a partir das descobertas do pré-sal entre 2006 e 2008. Hoje, mais de 75% da produção doméstica vem desses campos, com custo de extração entre os mais baixos do mundo, posicionando a empresa de forma competitiva mesmo em ciclos de preços baixos. PETR4 é o ticker das ações preferenciais (sem direito a voto, com preferência em dividendos) e tem peso relevante no Ibovespa, sendo uma das ações mais negociadas e líquidas do mercado brasileiro.

Tese de investimento

Os dois lados de PETR4

A favor

A tese a favor da PETR4 começa pela qualidade dos ativos. As reservas do pré-sal estão entre as mais econômicas do mundo, com custo de extração (lifting cost) frequentemente abaixo de 6 dólares por barril e breakeven (preço necessário para o projeto ser rentável) entre 30 e 40 dólares por barril, dependendo do campo. Isso significa que mesmo em cenários de petróleo a 50 ou 60 dólares, a empresa segue altamente lucrativa, enquanto produtores americanos de shale precisam de 50 dólares só para empatar.

O segundo pilar é a geração de caixa. A Petrobras transformou-se em uma das maiores pagadoras de dividendos do mundo entre 2021 e 2023, distribuindo dezenas de bilhões de dólares aos acionistas com dividend yield acumulado superior a 50% em alguns períodos. Mesmo após a revisão da política de remuneração em 2023, que passou a privilegiar reinvestimento em transição energética, a empresa segue gerando fluxo de caixa robusto e mantém política de distribuição mínima atrelada ao Ebitda.

Há também a verticalização. Diferente de muitas majors globais que se desfizeram de refino para focar em E&P, a Petrobras mantém integração da extração à distribuição via Vibra (antiga BR Distribuidora, hoje empresa separada mas com vínculos comerciais). Em ciclos de margens altas no refino, isso captura valor adicional ao do upstream.

Por fim, há a vantagem geopolítica. Em um mundo cada vez mais preocupado com segurança energética, ter uma das maiores produtoras em águas profundas localizada fora de regiões de alta tensão geopolítica representa um prêmio. A Petrobras não tem o risco de embargo da Rússia, instabilidade do Oriente Médio ou turbulência da Venezuela, o que torna seu petróleo doce e leve atrativo para mercados premium na Europa e Ásia. A liquidez e o tamanho da empresa garantem ainda que ela permaneça relevante em qualquer carteira diversificada brasileira.

Contra

O maior risco da PETR4 é político. Como empresa estatal de capital misto, está sujeita a interferências do controlador, especialmente em momentos de pressão sobre preços de combustíveis. Mudanças na política de preços, troca de presidentes da empresa motivada por agenda política, e definição de prioridades estratégicas pelo governo já criaram volatilidade significativa nas ações. Investidores institucionais cobram um prêmio de risco, frequentemente chamado de "desconto estatal", que mantém os múltiplos da Petrobras abaixo dos pares globais privados como ExxonMobil ou Chevron.

A dependência do preço do petróleo é o segundo grande risco. A receita e a lucratividade da empresa estão diretamente atreladas ao Brent, que pode oscilar entre 40 e 120 dólares por barril em períodos curtos, com gatilhos macroeconômicos, geopolíticos ou climáticos. Apesar do breakeven baixo proteger a empresa em ciclos de baixa, a margem despenca rapidamente, e os dividendos altíssimos de 2022 só foram possíveis com o petróleo em patamares acima de 90 dólares.

A transição energética representa um risco estrutural de longo prazo. Reservas de petróleo são ativos depreciáveis, e em um cenário de adoção acelerada de elétricos e hidrogênio, parte das reservas pode se tornar "stranded assets" sem viabilidade comercial. A Petrobras tem aumentado investimentos em renováveis, biocombustíveis e captura de carbono, mas ainda destina fração pequena do capex para essas frentes comparado a majors europeias como BP e Shell, que se reposicionaram mais agressivamente.

Há também riscos operacionais e regulatórios. Capex pesado no pré-sal exige reposição contínua de reservas, e qualquer atraso ou aumento de custo afeta a geração de caixa futura. A Petrobras opera em ambiente regulatório complexo, com royalties, participação especial e impostos que podem ser revisados. Por fim, o câmbio funciona como faca de dois gumes: receita em dólares protege contra desvalorização do real, mas custos em reais (folha, fornecedores domésticos) ainda representam parcela relevante.

Comparação

Como PETR4 se posiciona

Na bolsa brasileira, o par mais natural é VALE3, outra commodity exportadora com peso semelhante no Ibovespa. As duas empresas compartilham características como receita atrelada a preços globais em dólar, exposição cíclica e papel relevante na geração de divisas para o país. A diferença está no produto: PETR4 está exposta ao petróleo (com viés de energia fóssil em transição), enquanto VALE3 está exposta ao minério de ferro (com viés siderúrgico, ligado ao ciclo industrial chinês). Em portfólios de commodities brasileiras, é comum manter as duas pela complementaridade dos drivers.

Comparada a majors globais como ExxonMobil (XOM), Chevron (CVX) e Shell (SHEL), a Petrobras costuma negociar com múltiplos descontados. O P/L histórico da empresa fica frequentemente entre 4 e 7 vezes, enquanto as majors negociam entre 8 e 14. Esse desconto reflete o risco político, o controle estatal e a percepção de qualidade dos ADRs em mercados emergentes. Em compensação, o dividend yield da Petrobras costuma ser substancialmente maior, frequentemente em dois dígitos contra 3 a 5% das majors.

Em produtividade pura, a Petrobras se compara favoravelmente. O custo de extração no pré-sal é menor que o de shale americano (Permian, Bakken, Eagle Ford) e competitivo com áreas tradicionais como Mar do Norte e Golfo do México. A taxa de sucesso exploratório nas Bacias de Santos e Campos é uma das mais altas do mundo. Em ESG, a Petrobras avançou em redução de intensidade de emissões e flaring (queima de gás), mas ainda está atrás das majors europeias em diversificação para renováveis e em metas de net-zero verificadas externamente.

Na bolsa brasileira, o par mais natural é VALE3, outra commodity exportadora com peso semelhante no Ibovespa.
Trajetória

A história de Petrobras

1953

A Petrobras foi fundada em 3 de outubro de 1953, durante o segundo governo de Getúlio Vargas, no contexto da campanha "O petróleo é nosso". Inicialmente operou com monopólio estatal sobre exploração, refino e transporte, status mantido por mais de 40 anos. A flexibilização do monopólio veio com a Emenda Constitucional 9 de 1995 e a Lei do Petróleo de 1997, que abriu o setor para concorrência mas manteve a Petrobras como protagonista.

2000

Os anos 2000 foram transformadores. As descobertas do pré-sal em 2006 e 2007 nas bacias de Santos e Campos posicionaram o Brasil como uma nova fronteira mundial do petróleo. Em 2010, a empresa realizou uma capitalização histórica de cerca de 70 bilhões de dólares, uma das maiores ofertas de ações já feitas no mundo, com participação relevante do BNDES. O objetivo era financiar o desenvolvimento do pré-sal em ritmo acelerado.

2014

O período de 2014 a 2017 foi marcado pela crise. As investigações da Operação Lava Jato revelaram um esquema de superfaturamento e propinas envolvendo executivos, fornecedores e políticos, resultando em prejuízos contábeis de bilhões e queda de mais de 70% no valor de mercado. A reestruturação subsequente, sob nova governança, focou em desinvestimentos não-estratégicos (a venda da Vibra Energia foi um marco), redução da dívida e foco em pré-sal de águas profundas.

2021

A partir de 2021, a empresa entrou em ciclo de geração de caixa excepcional, beneficiada pela recuperação do petróleo pós-pandemia e pela política de paridade de preços internacionais. Em 2023, com mudança de governo, a política de remuneração ao acionista foi revisada para equilibrar dividendos e investimentos em transição energética, com criação de plano estratégico voltado a descarbonização gradual.

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre PETR4

Qual a diferença entre PETR3 e PETR4?

PETR3 são as ações ordinárias (ON) e dão direito a voto em assembleias. PETR4 são as ações preferenciais (PN) e não dão direito a voto, mas têm preferência no recebimento de dividendos e no caso de liquidação da empresa. Historicamente, PETR4 tem maior liquidez (mais negociada) e tende a ter dividend yield ligeiramente maior. Para o investidor pessoa física que quer apenas exposição ao negócio e dividendos, PETR4 costuma ser a escolha padrão.

Quando a Petrobras paga dividendos?

A Petrobras tem histórico de pagar dividendos trimestralmente, geralmente em março, junho, setembro e dezembro, com base nos resultados dos trimestres anteriores. A política atual prevê distribuição mínima atrelada ao fluxo de caixa operacional menos investimentos, com possibilidade de dividendos extraordinários em ciclos de petróleo elevado. Os anúncios oficiais saem após cada divulgação trimestral de resultados, e as datas com (data de corte) e ex (data sem direito) são publicadas no site de RI.

Qual é o dividend yield histórico da PETR4?

O dividend yield (DY) da PETR4 varia muito conforme o ciclo do petróleo. Em ciclos baixos (Brent abaixo de 60 dólares), o DY costuma ficar entre 4% e 8% ao ano. Em ciclos altos (Brent acima de 90 dólares), pode superar 30% ao ano, como aconteceu em 2022 quando o yield acumulado passou de 50%. A volatilidade do DY é alta porque está atrelada ao caixa operacional, que oscila com preço do petróleo e câmbio.

PETR4 paga dividendos extraordinários?

Sim. Em ciclos de geração de caixa excepcional, a Petrobras costuma anunciar dividendos extraordinários além dos regulares. Foi o caso de 2021, 2022 e parte de 2023, quando o petróleo em patamares historicamente altos gerou caixa muito acima do necessário para investimentos. Após 2023, com mudança no plano estratégico, a empresa passou a balancear distribuição de extraordinários com reservas para projetos de transição energética.

Como o preço do petróleo afeta PETR4?

O preço do Brent é o principal driver da receita e da lucratividade da Petrobras. Cada 10 dólares de variação no Brent costuma representar bilhões de reais em Ebitda anual. A relação não é linear porque a empresa tem custos fixos relevantes (depreciação, capex, royalties), o que amplifica o efeito do preço sobre o lucro líquido. Em geral, ações da Petrobras têm correlação positiva alta com Brent em janelas de 3 a 6 meses.

PETR4 é boa para uma carteira de longo prazo?

PETR4 oferece exposição a uma das commodities mais relevantes do mundo, com geração de caixa robusta e dividendos historicamente generosos, mas tem volatilidade alta e risco político por ser estatal. Para carteiras de longo prazo, costuma compor entre 5% e 15% do book de ações brasileiras, balanceada com setores defensivos (utilities, bancos) e teses de crescimento estrutural. Quem busca renda passiva tende a apreciar os ciclos de altos dividendos; quem busca preservação de capital costuma diversificar com FIIs e títulos públicos.

Qual a relação entre PETR4 e o dólar?

A receita da Petrobras é majoritariamente em dólares, já que petróleo é commodity precificada em USD globalmente. Quando o real desvaloriza, a receita medida em reais aumenta, beneficiando a empresa. Por isso, PETR4 funciona como um hedge parcial contra desvalorização cambial. O efeito não é total porque parte dos custos é em reais (folha, fornecedores domésticos) e a empresa tem dívida em dólares que também sofre com desvalorização.

Como funciona a política de preços da Petrobras?

A política de preços da Petrobras já passou por várias revisões. Entre 2016 e 2022, vigorou o PPI (Preço de Paridade Internacional), que reajustava combustíveis no mercado interno seguindo Brent e câmbio. A partir de 2023, foi adotada uma metodologia que considera custo alternativo do cliente, valor agregado pela Petrobras e desempenho competitivo, com ajustes menos frequentes que o PPI. O objetivo é reduzir volatilidade de preços para o consumidor sem perder rentabilidade.

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