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RECT11

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FII REC RENDCI

RECT11 · CODIGO B3
Setor Financial Services

O UBS BR Recebiveis Imobiliarios FII, negociado sob o ticker RECT11, e um fundo imobiliario de papel cuja estrategia central e investir em Certificados de Recebiveis Imobiliarios (CRIs). A gestao e conduzida pela UBS BR, atual UBS Brasil Asset Management, com equipe dedicada a originacao e analise de credito imobiliario estruturado. Diferente de FIIs de tijolo, que detem imoveis fisicos e geram caixa via aluguel, o RECT11 opera no mercado de credito: empresta para incorporadoras, holdings imobiliarias e operadores de varejo lastreado em recebiveis imobiliarios, e recebe juros e amortizacoes em troca.

A composicao do portfolio do RECT11 envolve dezenas de CRIs com indexadores variados. A maior parte da carteira costuma estar atrelada a IPCA mais um spread (IPCA+ 5%, IPCA+ 7%, conforme o risco do devedor) ou a CDI mais um spread (CDI+ 2%, CDI+ 4%). A pulverizacao por devedor, por setor (residencial, comercial, varejo, logistica) e por estrutura de garantia (alienacao fiduciaria de imovel, cessao de recebiveis, fianca corporativa) e elemento central da gestao de risco. Os relatorios mensais detalham os principais devedores, o LTV (loan-to-value) das operacoes e o nivel de subordinacao em estruturas com tranches senior e subordinada.

A estrutura do FII segue o padrao brasileiro: distribuicao mensal de rendimentos com isencao de IR para pessoa fisica que cumpra os requisitos da Lei 11.033. Como CRIs ja sao isentos de IR no caixa do FII (CRIs gozam de isencao tributaria por se enquadrarem como produto incentivado para o financiamento imobiliario), a renda chega ao cotista sem dupla camada de tributacao. O ciclo financeiro e tipicamente o seguinte: o RECT11 recebe os juros mensais dos CRIs entre os dias 5 e 25 de cada mes, consolida o caixa e distribui aos cotistas no mes seguinte.

Tese de investimento

Os dois lados de RECT11

A favor

A primeira vantagem do RECT11 esta na previsibilidade do fluxo de caixa. CRIs sao instrumentos de credito com cronograma definido de juros e amortizacoes, similar a debentures. Para o investidor, isso significa rendimentos mensais relativamente estaveis ao longo de toda a curva, ao contrario de FIIs de tijolo que dependem de renegociacao periodica de aluguel, ocupacao e vacancia. Em FIIs de papel bem geridos, o coeficiente de variacao do rendimento mensal e historicamente inferior ao de FIIs de tijolo, o que torna o ativo util para quem prioriza estabilidade de renda.

A segunda forca esta na isencao tributaria preservada. Tanto o CRI no caixa do FII quanto o rendimento distribuido ao cotista pessoa fisica sao isentos de IR (atendidos os requisitos legais). Na pratica, o RECT11 entrega rendimentos liquidos enquanto um CDB equivalente sofreria 15% a 22,5% de IR e um Tesouro Selic teria 15% sobre o ganho. Para investidores em faixas mais altas de tributacao, o ganho real apos imposto frente a alternativas de renda fixa pode ser substancialmente superior, especialmente em CRIs IPCA+ longos.

O terceiro pilar e a protecao parcial contra inflacao. Boa parte da carteira de FIIs de papel esta atrelada a IPCA+ spread, o que significa que o principal e os juros sao corrigidos pela inflacao oficial. Em ciclos inflacionarios, isso preserva o poder de compra do cotista, vantagem relevante frente a CDBs prefixados ou poupanca, que perdem para a inflacao em cenarios adversos.

Por fim, ha a originacao especializada. A UBS Brasil Asset Management tem equipe e relacionamento com originadores de CRI no mercado primario, o que permite ao RECT11 acessar operacoes estruturadas com termos negociados antes de chegarem ao secundario. CRIs sao produto sofisticado, com analise de garantia, modelagem de cash flow e estresse de cenarios. Investidor pessoa fisica raramente consegue replicar essa analise, e e justamente isso que justifica a delegacao da selecao a uma gestora profissional. A diversificacao dos CRIs por setor, devedor e indexador no portfolio reduz o risco idiossincratico.

Contra

O risco mais relevante em FIIs de papel e o risco de credito. Cada CRI representa um devedor especifico com capacidade de pagamento atrelada a fluxo de recebiveis ou caixa operacional. Em ciclos economicos adversos, alguns devedores podem atrasar pagamentos ou inadimplir, exigindo reestruturacao ou execucao de garantias. Mesmo com pulverizacao, eventos de credito relevantes em devedores grandes do portfolio podem afetar a distribuicao mensal e o valor patrimonial da cota. Os relatorios mensais detalham eventuais atrasos e provisoes, e o cotista deve acompanhar essas metricas com a mesma diligencia com que acompanha vacancia em FII de tijolo.

O segundo risco e o descasamento de indexadores em ciclos extremos. CRIs IPCA+ entregam ganho real definido, mas se o IPCA disparar e a Selic subir mais que o spread, o ativo pode perder valor de mercado mesmo gerando o cupom contratado. CRIs CDI+ sao protegidos quando a Selic sobe (o cupom acompanha), mas perdem atratividade quando a Selic cai (o cupom encolhe). A combinacao de indexadores em uma carteira de CRIs depende da leitura macro do gestor, e leituras erradas podem gerar performance abaixo do esperado mesmo sem default.

O terceiro ponto de atencao e a duracao do papel. CRIs sao ativos de longo prazo, frequentemente com vencimentos entre 5 e 15 anos. Movimentos na curva de juros afetam a marcacao a mercado das cotas dos FIIs de papel, mesmo que os fluxos contratados nao mudem. Em ciclos de aperto monetario, FIIs de papel podem cair de preco no secundario apesar de continuarem entregando os mesmos rendimentos mensais, criando tensao entre o resultado contabil e o sentimento do cotista.

Por fim, ha o risco de gestao e taxas. A taxa de administracao do RECT11 e cobrada continuamente sobre o patrimonio liquido. Se a originacao desacelera ou se a gestora seleciona CRIs com risco subestimado, o resultado liquido para o cotista cai. A transparencia dos relatorios e a qualidade do compliance sao fundamentais. Investidores devem analisar o historico de defaults do portfolio, a politica de provisoes e a aderencia ao mandato declarado antes de aportar capital relevante. Comparado a FIIs de tijolo, o cotista de FII de papel precisa de leitura de credito ainda mais cuidadosa.

Comparação

Como RECT11 se posiciona

Os pares naturais do RECT11 sao outros FIIs de papel listados na B3, com destaque para KNCR11 (Kinea Rendimentos Imobiliarios, foco em CDI), KNHY11 (Kinea High Yield, perfil mais agressivo), MXRF11 (Maxi Renda, hibrido), HGCR11 (CSHG Recebiveis Imobiliarios), VGIR11 (Valora) e RBRR11 (RBR Rendimento). Cada um tem proprio mix de indexadores, perfil de risco de credito (high grade vs high yield) e setor predominante.

O P/VP de FIIs de papel costuma oscilar de forma diferente do tijolo. Em ciclos de Selic alta, FIIs de papel atrelados ao CDI tendem a negociar acima de 1, refletindo a atratividade dos cupons elevados que distribuem. FIIs IPCA+ podem negociar abaixo de 1 quando a inflacao esta sob controle e a curva real cai. RECT11, por ter mix de indexadores, costuma transitar entre os dois regimes. O DY historico de FIIs de papel se posiciona entre 9% e 14% ao ano em condicoes normais, podendo superar 14% em janelas de Selic muito alta com cupons CDI+ amplificados.

A diferenca de estrategia entre RECT11 e os pares passa por tres dimensoes. Primeira, a gestora: UBS Brasil tem origem internacional e disciplina de risco institucional, frente a Kinea (alavanca em distribuidor BTG), CSHG (Credit Suisse, hoje UBS, em outra estrutura), Valora (gestora independente especializada) e RBR (gestora dinamica). Segunda, o perfil de credito: alguns FIIs declaradamente high grade (foco em devedores com rating elevado), outros high yield (cupons maiores em troca de risco maior). RECT11 historicamente equilibra. Terceira, o mix de indexadores: FIIs CDI puros (KNCR) tem comportamento muito diferente de FIIs IPCA puros, e RECT11 mistura para suavizar ciclos.

Em ciclos de Selic alta, FIIs de papel atrelados ao CDI tendem a negociar acima de 1, refletindo a atratividade dos cupons elevados que distribuem.
Trajetória

A história de Fii

2019

O RECT11 foi listado na B3 em 2019, em meio ao boom de FIIs que aproveitou a queda da Selic para 6,5% ao ano e a busca de alternativas de renda mensal isenta. A UBS BR, originalmente entrando no mercado brasileiro de gestao de FIIs apos rearranjos societarios envolvendo CSHG e Credit Suisse, posicionou o produto como FII de papel diversificado com curadoria institucional internacional na analise de credito.

2020

O fundo cresceu rapidamente com emissoes subsequentes, ampliando o portfolio de CRIs e a base de cotistas pessoa fisica. Os primeiros anos foram marcados por curva de aprendizado dos investidores brasileiros sobre FIIs de papel, conceito menos intuitivo que o de FIIs de tijolo. A pandemia de 2020 trouxe atencao especial a qualidade dos devedores: FIIs de papel mais expostos a setores afetados (varejo presencial, hotelaria) tiveram volatilidade maior, enquanto carteiras pulverizadas por setor e com garantias robustas mostraram resiliencia.

2021

O periodo de 2021 a 2023 foi marcado pela escalada da inflacao e da Selic. FIIs de papel CDI+ se beneficiaram de cupons elevados, e RECT11, com mix de IPCA+ e CDI+, capturou parte desse efeito positivo. A inflacao alta tambem inflou o cupom dos CRIs IPCA+, embora a curva real tenha pressionado o valor patrimonial das cotas no secundario. Foi periodo de testes para a tese de FIIs de papel: a maior parte dos portfolios atravessou bem o ciclo, com defaults pontuais mas sem impacto sistemico.

2024

A partir de 2024 e 2025, com a Selic em trajetoria de queda gradual, FIIs de papel passaram a ter ciclo de transicao. CRIs CDI+ veem seus cupons reduzirem com a Selic, enquanto CRIs IPCA+ podem ter revalorizacao patrimonial se a curva real fechar. A gestao do RECT11 nesse periodo tem foco em rebalancear o mix de indexadores, ajustando o peso entre IPCA+ e CDI+ conforme a leitura do ciclo.

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre RECT11

Como funciona a distribuicao mensal e a isencao de IR do RECT11?

O RECT11 distribui rendimentos mensalmente, em geral entre os dias 10 e 15 de cada mes, com base nos juros e amortizacoes recebidos dos CRIs do portfolio. Pessoa fisica que cumpra os requisitos da Lei 11.033 (fundo listado, mais de 50 cotistas, cotista detendo menos de 10% das cotas) recebe a renda direto na conta corrente sem retencao de IR. O ganho de capital na venda da cota segue tributado a 20% sobre o lucro. Como CRIs ja sao isentos de IR no caixa do FII, nao ha dupla camada de tributacao no caminho ate o cotista.

Qual e o dividend yield historico do RECT11?

O DY historico do RECT11 oscilou entre aproximadamente 9% e 14% ao ano, variando conforme o ciclo de Selic e a composicao do portfolio entre indexadores IPCA+ e CDI+. Em ciclos de Selic alta, CRIs CDI+ entregam cupons elevados, puxando o DY para cima. Em ciclos de Selic baixa, o DY tende a se aproximar do limite inferior, ainda assim isento de IR para pessoa fisica, o que costuma representar atratividade frente a renda fixa tributada equivalente.

Como interpretar o P/VP do RECT11 acima ou abaixo de 1?

O P/VP do RECT11 reflete a relacao entre o preco de mercado da cota e o valor patrimonial calculado pela soma dos CRIs marcados a mercado. P/VP abaixo de 1 indica que o mercado precifica a cota com desconto, geralmente em ciclos de aperto monetario ou pessimismo sobre credito imobiliario. P/VP acima de 1 sinaliza premio, comum em ciclos de Selic alta com cupons CDI+ amplificados. O investidor deve cruzar P/VP com qualidade do credito do portfolio e nivel de provisoes antes de decidir.

Como a Selic afeta o RECT11?

A Selic afeta o RECT11 de forma assimetrica conforme o mix de indexadores. Em ciclos de Selic alta, CRIs CDI+ no portfolio veem seus cupons subir, ampliando a distribuicao mensal. Em ciclos de Selic em queda, o cupom CDI+ cai junto, enquanto CRIs IPCA+ tendem a ter revalorizacao patrimonial se a curva real fechar. O efeito liquido depende da composicao especifica em cada momento. Diferente de FIIs de tijolo, que sofrem amplamente em altas de Selic, FIIs de papel tem comportamento mais resiliente e podem ate se beneficiar de juros elevados.

RECT11 serve para renda passiva e aposentadoria?

Sim. RECT11 e um veiculo classico de renda mensal isenta de IR para pessoa fisica, com fluxo previsivel de juros e amortizacoes. Para aposentadoria, costuma compor entre 10% e 30% da parcela de renda variavel imobiliaria, balanceada com FIIs de tijolo, renda fixa publica e exposicao a acoes. A previsibilidade do cupom mensal e a baixa correlacao com bolsa fazem do FII de papel um estabilizador relevante de carteiras de longo prazo focadas em geracao de renda.

Qual a diferenca entre FII de papel como RECT11 e FII de tijolo?

FII de tijolo detem imoveis fisicos e gera caixa via aluguel, com risco principal de vacancia, renegociacao de contrato e ciclo do segmento. FII de papel como RECT11 detem creditos imobiliarios (CRIs) e gera caixa via juros e amortizacoes, com risco principal de credito do devedor e indexador. Tijolo se beneficia de revalorizacao patrimonial em ciclos imobiliarios; papel se beneficia de cupons em ciclos de juros altos. Diversificar entre os dois e pratica comum para reduzir correlacao em uma carteira de FIIs.

Qual e o risco de credito em FIIs de papel?

Risco de credito e a possibilidade de o devedor de um CRI atrasar ou inadimplir os pagamentos contratados. Em FIIs pulverizados como RECT11, o risco e diluido em dezenas de devedores. Estruturas de garantia (alienacao fiduciaria de imovel, cessao de recebiveis, fianca) e nivel de subordinacao (tranches senior protegidas por subordinadas) reduzem o impacto de defaults pontuais. Os relatorios mensais reportam atrasos, provisoes e eventos de credito. O investidor deve acompanhar essas metricas com regularidade, pois eventos relevantes em devedores grandes podem afetar a distribuicao.

Por que CRIs IPCA+ e CDI+ se comportam de forma diferente?

CRIs IPCA+ pagam cupom de inflacao mais um spread fixo (ex.: IPCA + 6%), o que protege o poder de compra do cotista. Em ciclos de inflacao alta, o cupom dispara, mas a curva de juros real pode subir e pressionar o valor patrimonial da cota. CRIs CDI+ pagam o CDI mais um spread (ex.: CDI + 3%), acompanhando a Selic, com cupom que sobe em ciclos de aperto monetario e cai em ciclos de afrouxamento. Carteiras mistas como a do RECT11 buscam capturar partes diferentes do ciclo, reduzindo a sensibilidade a um unico regime.

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