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UGPA3 · CODIGO B3
Setor Energy

A Ultrapar Participações S.A. é uma das maiores holdings de distribuição de combustíveis e gás do Brasil, com portfólio focado em ativos de infraestrutura energética com fluxos de caixa estáveis e relevância em segmentos essenciais da economia brasileira. A companhia controla algumas das marcas mais reconhecidas do setor, atuando como holding operacional que coordena três grandes empresas: Ipiranga, na distribuição de combustíveis líquidos; Ultragaz, na distribuição de gás liquefeito de petróleo (GLP); e Ultracargo, em terminais portuários para granéis líquidos.

A operação se organiza em três grandes verticais. A Ipiranga é a segunda maior distribuidora de combustíveis do Brasil em volume, atrás apenas da Raízen (Shell), com mais de 6 mil postos de gasolina espalhados por todo o território nacional, atendendo a marca Ipiranga e bandeiras parceiras. A Ultragaz é uma das maiores distribuidoras de GLP do país, atendendo consumo residencial (botijões P-13 de 13 quilos) e mercado a granel para indústria, comércio e serviços. A Ultracargo opera terminais portuários para granéis líquidos (etanol, derivados de petróleo, produtos químicos) em portos como Santos, Aratu (BA), Suape (PE) e Itaqui (MA), oferecendo armazenagem e movimentação para operadores logísticos e tradings.

A Ultrapar está listada no Novo Mercado da B3 desde 2011, com UGPA3 sendo o ticker único de ações ordinárias. A empresa também tem ADRs negociados na NYSE. O capital tem participação relevante das famílias Igel e Klabin (fundadoras), além de fundos institucionais brasileiros e estrangeiros. A Ultrapar tem peso relevante no Ibovespa e funciona como exposição estável a infraestrutura de combustíveis brasileira. Em 2021-2023, a empresa concluiu venda de ativos não-estratégicos como Oxiteno (química) e Extrafarma (drogarias), focando o portfólio nos três pilares de combustíveis líquidos, GLP e terminais.

Tese de investimento

Os dois lados de UGPA3

A favor

A tese a favor da UGPA3 começa pela qualidade defensiva dos ativos. Distribuição de combustíveis e GLP são serviços essenciais com demanda relativamente inelástica: brasileiros precisam abastecer veículos, indústrias precisam de GLP, residências consomem gás de cozinha. O volume vendido oscila com ciclo econômico, mas em magnitudes pequenas em relação a setores cíclicos como mineração ou siderurgia. Fluxos de caixa estáveis e previsibilidade de margens são características apreciadas em portfólios defensivos.

O segundo pilar é a barreira de entrada. Construir uma rede de distribuição de combustíveis exige milhares de postos credenciados, infraestrutura logística (caminhões-tanque, bases de distribuição em portos e rodoviárias), credenciamentos regulatórios da ANP e marca consolidada com consumidores. A Ipiranga construiu essa rede ao longo de décadas, com presença em todos os estados brasileiros. Replicar essa infraestrutura é economicamente inviável para entrantes, e o setor opera em estrutura de oligopólio com Raízen-Shell, Ipiranga-Ultrapar, Petrobras-BR (Vibra) e algumas regionais como referências.

O terceiro ponto é a estratégia de simplificação de portfólio executada entre 2018 e 2023. A venda da Oxiteno (química) à Indorama em 2022 e da Extrafarma (drogarias) em 2021 permitiu à empresa focar em ativos core de infraestrutura energética, reduzir alavancagem e simplificar análise. A receita das vendas foi parcialmente usada para amortizar dívida, e a Ultrapar passou a ser holding mais enxuta, com tese mais clara para investidores que buscam exposição pura a combustíveis e GLP.

Por fim, há a tese de geração de caixa e dividendos. A Ipiranga, Ultragaz e Ultracargo geram fluxo de caixa robusto e estável em ciclos médios, e a Ultrapar tem histórico de distribuir parcela relevante desse caixa via dividendos. Investidores em UGPA3 historicamente se beneficiaram de combinação de renda passiva regular com valorização gradual de capital. Em comparação a teses de crescimento agressivo do mercado brasileiro, a Ultrapar oferece perfil mais conservador e previsível, complementar a posições mais cíclicas.

Contra

O maior risco da UGPA3 é a margem do setor. Distribuição de combustíveis opera com margens unitárias estreitas (poucos centavos por litro), e ciclos de competição agressiva ou desorganização do mercado podem comprimir margens significativamente. O setor brasileiro historicamente passou por períodos de desorganização (mistura de etanol fora de especificação, distribuição informal, sonegação fiscal de ICMS) que prejudicaram distribuidoras formais. A formalização e fiscalização do setor são fatores externos que afetam a equação econômica.

O segundo risco é a transição energética. O parque automotivo brasileiro segue dependente de combustíveis líquidos (gasolina, etanol, diesel) e a transição para elétricos ainda é incipiente, mas em horizonte de duas a três décadas, a demanda por gasolina pode entrar em declínio estrutural. A Ultrapar está investindo em diversificação para postos elétricos e em alternativas, mas a velocidade da transição e o ritmo de adaptação são incertos. GLP tem trajetória mais defensiva, mas também sofre pressão de eletrificação residencial e de gás natural canalizado em mercados urbanos.

O risco regulatório e fiscal é o terceiro ponto. O setor de combustíveis no Brasil é fortemente regulado pela ANP, e mudanças em política de preços (paridade internacional vs. controle administrado), em tributação (ICMS estadual, federal CIDE) e em mistura compulsória (anidro na gasolina, biodiesel no diesel) afetam diretamente a equação econômica. A judicialização de impostos (créditos de ICMS, exclusão da base de cálculo) gera incertezas e impactos de longo prazo. Reformas tributárias podem reorganizar o setor.

Por fim, há os riscos operacionais e de execução. Acidentes em terminais portuários (vazamentos, incêndios como o que ocorreu em Aratu em 2015) podem gerar multas, indenizações ambientais e perda de capacidade. Variações cambiais afetam preços de derivados importados (parte da gasolina e diesel é importada). A integração de processos pós-desinvestimentos exige ajustes em sistemas e estrutura corporativa. A capacidade de gerar retornos sobre capital investido (ROIC) acima do custo de capital é desafio constante em setor de margens estreitas e capital intensivo.

Comparação

Como UGPA3 se posiciona

Na bolsa brasileira, o par mais relevante para UGPA3 é a Vibra Energia (VBBR3), antiga BR Distribuidora, hoje empresa privada após desinvestimento da Petrobras. As duas competem diretamente em distribuição de combustíveis líquidos, com Vibra ainda como líder em volume. Cosan (CSAN3), via Raízen (RAIZ4), é a principal concorrente da Ipiranga em postos. Em GLP, Copa Energia, Liquigás (vendida pela Petrobras) e regionais são pares parciais. Em terminais portuários, Santos Brasil (STBP3) é par no setor logístico, embora com foco distinto (containers vs. granéis líquidos).

Comparada a peers internacionais, a Ultrapar se assemelha a empresas como Sunoco LP nos EUA (distribuição de combustíveis), Casey's General Stores (rede de conveniência com postos) e World Fuel Services (distribuição global). Em escala absoluta, a Ipiranga ainda é referência regional brasileira. Em GLP, peers internacionais incluem AmeriGas e Suburban Propane nos EUA. Em terminais portuários, Vopak e Oiltanking são gigantes globais com modelos similares à Ultracargo. Múltiplos da UGPA3 historicamente refletem perfil defensivo, com EV/Ebitda costumando ficar em ranges moderados de 5 a 10 vezes.

Em produtividade e eficiência, a Ipiranga tem indicadores comparáveis aos melhores distribuidores globais em termos de volume por posto, custo logístico e penetração de marca. A Ultragaz é referência em distribuição de GLP no Brasil, com sistema logístico capilarizado em todo o território. A Ultracargo tem indicadores operacionais robustos em terminais. Em ESG, a Ultrapar avançou em programas de redução de emissões em terminais, em diversidade na liderança e em iniciativas de etanol e biocombustíveis. Comparativos com majors globais ainda mostram gap em metas verificadas de net-zero estabelecidas em ciclos de prazo definido, comum em empresas de combustíveis fósseis.

Na bolsa brasileira, o par mais relevante para UGPA3 é a Vibra Energia (VBBR3), antiga BR Distribuidora, hoje empresa privada após desinvestimento da Petrobras.
Trajetória

A história de Ultrapar

1937

A Ultrapar tem origem em 1937 com a fundação da Ultragaz por Ernesto Igel, com a introdução do botijão de gás liquefeito de petróleo no Brasil. O modelo do botijão P-13, padrão até hoje em residências brasileiras, foi inovação que transformou o consumo de gás de cozinha no país, substituindo o uso de lenha e álcool. A Ultragaz expandiu-se por décadas como pioneira do setor, e a família Igel consolidou posição no segmento.

2007

A diversificação para combustíveis líquidos veio com a aquisição da Ipiranga em 2007, em uma das maiores operações de fusão e aquisição da história do setor brasileiro. A Ipiranga, fundada em 1937 também, era líder regional no Sul e tornou-se nacional após a aquisição. A integração com a Ultrapar criou uma das maiores empresas de distribuição de combustíveis do país. Em 2008, a Ultrapar adquiriu também parte das operações da extinta Texaco no Brasil, ampliando ainda mais a rede de postos.

2010

Os anos 2010 foram de expansão diversificada. A Ultrapar adquiriu a Extrafarma (rede de drogarias) em 2014, ampliando exposição ao varejo. A Oxiteno (química, controlada desde os anos 1970) fortalecia a posição em produtos químicos. A Ultracargo continuou crescendo como operadora portuária. A empresa entrou no Novo Mercado da B3 em 2011, sinalizando agenda de governança.

2018

A partir de 2018, a Ultrapar iniciou ciclo de simplificação de portfólio. Em 2021, vendeu a Extrafarma para o Pague Menos. Em 2022, concluiu a venda da Oxiteno à Indorama (Tailândia) por valor relevante, reduzindo alavancagem. A empresa passou a focar nos três pilares core de combustíveis (Ipiranga), GLP (Ultragaz) e terminais (Ultracargo). Em 2023-2024, manteve estratégia de geração de caixa, distribuição de dividendos e investimentos seletivos em diversificação para postos elétricos e em modernização de infraestrutura. A trajetória de longo prazo segue ancorada na tese de holding de infraestrutura energética com perfil defensivo.

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre UGPA3

Por que a UGPA3 tem apenas o ticker UGPA3 e não tem ações preferenciais?

UGPA3 é o ticker único porque a Ultrapar está listada no Novo Mercado da B3 desde 2011, segmento de mais alto padrão de governança que exige 100% de ações ordinárias com tag along de 100%. Empresas do Novo Mercado não emitem preferenciais. Isso simplifica a estrutura societária e dá direito de voto a todos os acionistas. A Ultrapar migrou para o Novo Mercado como parte de sua agenda de transparência e captação de investidores institucionais brasileiros e estrangeiros.

Quando a Ultrapar paga dividendos?

A Ultrapar tem histórico de distribuir dividendos ou JCP de forma regular, tipicamente semestral ou anual, com base nos resultados das suas controladas (Ipiranga, Ultragaz, Ultracargo). A política de distribuição busca equilibrar retorno ao acionista com necessidades de capex e amortização de dívida. Anúncios saem em fato relevante após decisão do conselho, com calendário publicado no site de RI. Como holding, a Ultrapar depende dos dividendos das operações para gerar caixa próprio.

Qual é o dividend yield histórico da UGPA3?

O dividend yield (DY) histórico da UGPA3 é tipicamente moderado a elevado, refletindo o perfil defensivo e a geração de caixa estável das operações. Em ciclos médios, o DY costuma ficar entre 3% e 7% ao ano. Em ciclos favoráveis com Ipiranga e Ultragaz distribuindo agressivamente, o DY pode ultrapassar 8%. Em ciclos adversos ou de aceleração de capex, distribuições tendem a ser mais limitadas. Investidores em UGPA3 buscam combinação de renda passiva com exposição defensiva a infraestrutura de combustíveis.

A Ultrapar paga dividendos extraordinários?

Dividendos extraordinários são possíveis na Ultrapar, especialmente em ciclos de venda de ativos não-estratégicos (como ocorreu com Oxiteno em 2022 e Extrafarma em 2021) ou de geração de caixa muito acima do plano. A empresa historicamente direciona parte dos recursos de desinvestimentos para amortização de dívida e parte pode ser distribuída via dividendo extraordinário ou recompra de ações. Anúncios saem em fato relevante após decisão do conselho.

Como o preço dos combustíveis afeta a UGPA3?

A Ultrapar opera com margem unitária na distribuição (poucos centavos por litro), então o preço absoluto do combustível afeta menos o resultado do que o volume vendido e a margem por litro. Em ciclos de preços altos sem repasse adequado ao consumidor, a margem pode ser comprimida; em ciclos de preços decrescentes com estoque a custos altos, há risco de prejuízo de estoque. A margem de distribuição é o indicador-chave a monitorar, mais do que o preço absoluto da gasolina ou diesel.

UGPA3 é boa para uma carteira de longo prazo?

UGPA3 oferece exposição defensiva a infraestrutura de combustíveis e GLP brasileira, com fluxos de caixa estáveis, geração de dividendos regulares e barreira de entrada elevada. Para carteiras de longo prazo, costuma compor parcela do book de ações como tese defensiva, complementar a posições mais cíclicas. Volatilidade é moderada, com beta abaixo do mercado em períodos macroeconômicos estáveis. Investidores que buscam renda passiva com perfil conservador costumam apreciar; quem busca crescimento agressivo tende a preferir setores mais cíclicos.

Qual a relação entre UGPA3 e os juros (Selic)?

A Ultrapar opera com alavancagem moderada após a simplificação de portfólio entre 2021-2023, então a sensibilidade a Selic é menor que a de empresas com dívida elevada. Em ciclos de Selic alta, o serviço da dívida pesa moderadamente sobre o Ebitda. Subidas de juros tendem a pressionar o múltiplo da ação principalmente pelo efeito indireto sobre desconto de fluxo de caixa em modelos de avaliação. Cortes de Selic são positivos para UGPA3, especialmente para o múltiplo. O perfil defensivo de geração de caixa mitiga parte do impacto.

O que é a Ipiranga e por que é importante para a Ultrapar?

A Ipiranga é a segunda maior distribuidora de combustíveis do Brasil em volume, controlada pela Ultrapar desde 2007. Tem mais de 6 mil postos de gasolina em todo o território nacional, atendendo a marca Ipiranga e bandeiras parceiras. Para a Ultrapar, a Ipiranga é a participação mais valiosa do portfólio e principal geradora de Ebitda consolidado. A rede de postos, infraestrutura logística e marca consolidada formam barreira de entrada significativa contra entrantes no setor de distribuição.

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