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XPLG11

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FII XP LOG CI ER

XPLG11 · CODIGO B3
Setor Real Estate

O XP Log Fundo de Investimento Imobiliário, negociado sob o ticker XPLG11, é um dos principais fundos imobiliários de tijolo dedicados ao segmento logístico e industrial brasileiro. Gerido pela XP Asset Management, gestora pertencente ao grupo XP Inc., o fundo nasceu com a estratégia de aplicar recursos em imóveis modernos voltados a operações logísticas, com foco em galpões classe A e ativos com perfil para atender o crescimento do comércio eletrônico e a profissionalização das cadeias de distribuição.

O portfólio do XPLG11 é composto por dezenas de propriedades distribuídas pelos principais corredores logísticos do Brasil, com forte presença nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro e em estados como Minas Gerais, Paraná, Goiás, Pernambuco e Bahia. Os imóveis atendem inquilinos de grande porte de setores como varejo digital, indústria de bens de consumo, alimentos, automotivo, embalagens e operadores logísticos terceirizados. A diversificação por inquilino, setor e geografia é parte central da estratégia do fundo, reduzindo a dependência de qualquer contrato individual.

A estrutura de receita combina contratos típicos, regidos pela Lei do Inquilinato, e contratos atípicos, geralmente vinculados a operações built-to-suit ou sale-leaseback, que oferecem prazos longos, indexação inflacionária e cláusulas de indenização em caso de rescisão antecipada. A distribuição de rendimentos é mensal, característica padrão dos FIIs de renda, e a gestão da XP Asset adota política ativa de aquisições, desenvolvimento de greenfield e reciclagem ocasional de capital. XPLG11 figura entre os FIIs mais negociados da B3 e tem ampla base de cotistas pessoa física, beneficiada pela distribuição via plataforma XP e da alta visibilidade do gestor.

Tese de investimento

Os dois lados de XPLG11

A favor

A tese a favor do XPLG11 começa pelo posicionamento estratégico do portfólio em rotas críticas para o e-commerce. Os galpões do fundo estão localizados em condomínios modernos próximos a grandes centros urbanos, especialmente em hubs como Cajamar, Embu, Extrema, Duque de Caxias e regiões metropolitanas relevantes do Nordeste e do Sul. Essa localização atende o requisito de last-mile do varejo digital, segmento que consolidou crescimento estrutural de dois dígitos ao longo da última década e segue ampliando demanda por espaços modernos com infraestrutura adequada.

O segundo pilar é a estrutura contratual. Boa parte do portfólio opera sob contratos atípicos com prazos longos, indexação a IPCA ou IGP-M e cláusulas de indenização em caso de rescisão antecipada. Esse modelo oferece previsibilidade de receita raramente vista em FIIs de tijolo tradicionais, funcionando como uma combinação de renda fixa real com lastro em imóvel físico. Combinada com vacância historicamente baixa, essa configuração entrega base estável que sustenta a distribuição mensal aos cotistas e protege parcialmente contra ciclos econômicos adversos.

A vantagem fiscal estruturante do veículo FII é elemento essencial da tese. Os rendimentos distribuídos mensalmente são isentos de imposto de renda para pessoa física que atenda aos requisitos legais, com fundo possuindo pelo menos 50 cotistas, cota negociada exclusivamente em bolsa e investidor com participação inferior a 10% do total. Essa isenção amplifica significativamente o yield líquido em comparação com aluguel direto ou debêntures, e é uma das razões pelas quais FIIs como XPLG11 se consolidaram como instrumentos centrais de renda passiva no Brasil.

Por fim, há o conjunto de fundamentos do segmento logístico e a credencial da gestão. O e-commerce brasileiro segue trajetória de penetração crescente, exigindo infraestrutura logística cada vez mais sofisticada. A profissionalização de operadores logísticos terceirizados eleva o padrão exigido dos imóveis, beneficiando galpões classe A com cap rate competitivo. A XP Asset, beneficiada pelo ecossistema XP e pela escala da plataforma, tem processo institucional de originação de aquisições e capacidade de capturar deals relevantes em coinvestimento ou aquisições secundárias, oferecendo a cotistas pessoa física exposição que dificilmente seria viável de forma individual.

Contra

O principal risco do XPLG11 é a sensibilidade à taxa básica de juros. FIIs de tijolo são precificados pelo mercado como ativos de duration longa, e ciclos de Selic alta deslocam capital para títulos públicos pós-fixados, comprimindo o preço da cota. Em 2022 e 2023, o XPLG11 e seus pares chegaram a negociar com descontos relevantes sobre o valor patrimonial, mesmo com fundamentos operacionais sólidos. O investidor que entra próximo de topos de ciclo de juros baixos pode amargar marcação a mercado negativa por trimestres seguidos, situação que exige horizonte de longo prazo para diluir o efeito.

Outro risco material é o de vacância e renegociação contratual. Embora o portfólio tenha vacância física historicamente baixa, contratos típicos podem ser revisados a cada três anos via ação revisional, e contratos atípicos chegam ao vencimento com necessidade de renovação. Em ciclos de oferta excessiva de galpões, especialmente em mercados como Cajamar e Extrema, há pressão sobre valores de aluguel pedido. A saída de inquilino relevante, recuperação judicial ou renegociação adversa pode comprimir receita real ao longo do tempo, exigindo da gestão capacidade de relocação rápida e manutenção de qualidade do imóvel.

O risco de gestão e alocação existe mesmo em fundos institucionais. Emissões de cotas frequentes, quando feitas em momentos desfavoráveis ou para adquirir ativos com cap rate inferior ao da carteira existente, podem diluir rentabilidade dos cotistas atuais. A taxa de gestão e a eventual taxa de performance reduzem o yield líquido em comparação com aluguel direto, e mudanças de equipe gestora ou de mandato estratégico podem alterar o perfil do fundo. O cotista precisa acompanhar relatórios gerenciais e participar de assembleias relevantes para identificar desvios e proteger seus interesses.

Há ainda riscos macro e setoriais. Recessões prolongadas reduzem volume de mercadorias movimentadas e enfraquecem demanda por novos espaços logísticos. Mudanças na legislação tributária dos FIIs, com propostas recorrentes de tributar dividendos, representam risco regulatório de cauda. Concorrência crescente entre FIIs logísticos por aquisições de qualidade pressiona cap rate, dificultando o crescimento via aquisição em condições favoráveis. Por fim, a evolução de modelos como microhubs urbanos e logística verticalizada pode, em horizonte longo, alterar o perfil de demanda por galpões periféricos tradicionais, exigindo adaptação contínua do portfólio.

Comparação

Como XPLG11 se posiciona

Dentro do segmento de FIIs logísticos brasileiros, os pares mais diretos do XPLG11 são HGLG11 (CSHG Logística), BTLG11 (BTG Pactual Logística), VILG11 (Vinci Logística), LVBI11 (VBI Logístico) e BRCO11 (Bresco Logística). Todos atuam em galpões classe A com perfil semelhante de inquilinos, e a diferenciação se dá por mandato, escala, distribuição geográfica e estrutura de contratos. XPLG11 é tradicionalmente um dos maiores em patrimônio líquido e número de imóveis, com diversificação geográfica ampla e mix relevante de contratos atípicos.

Em métricas comparáveis, o P/VP histórico do XPLG11 costuma negociar entre 0,80 e 1,15 ao longo de ciclos completos, com mediana próxima da paridade. Em ciclos de Selic alta, descontos sobre o valor patrimonial são comuns no segmento como um todo. O dividend yield mensal anualizado do fundo tipicamente opera em faixa de 7% a 10% conforme o ciclo, em linha com a média de FIIs logísticos institucionais, com variações relevantes em momentos de ganhos de capital pontuais decorrentes de venda de imóveis ou de receita extraordinária.

Em mandato e estratégia, o XPLG11 se diferencia por capacidade ágil de aquisição e desenvolvimento, beneficiada pela rede da XP Asset. Comparado com HGLG11, que tradicionalmente tem perfil mais diversificado regionalmente, o XPLG11 historicamente teve concentração relevante no eixo São Paulo e Rio. Em relação a fundos puramente focados em built-to-suit como BRCO11, o XPLG11 mantém estratégia híbrida que combina contratos atípicos, típicos e desenvolvimento próprio. A escala superior em volume diário e ampla base de cotistas dão ao XPLG11 vantagem clara de liquidez em comparação com fundos menores como VILG11 e LVBI11, fator relevante para investidores que valorizam facilidade de entrada e saída.

XPLG11 é tradicionalmente um dos maiores em patrimônio líquido e número de imóveis, com diversificação geográfica ampla e mix relevante de contratos atípicos.
Trajetória

A história de Fii

2018

O XP Log FII teve seu IPO em 2018, em fase de forte crescimento da indústria de FIIs brasileiros e expansão do segmento logístico, beneficiado pelo avanço estrutural do e-commerce. A estratégia inicial focou em adquirir galpões classe A em regiões logísticas estratégicas, complementada por desenvolvimento próprio de novos empreendimentos quando as condições de cap rate e localização justificavam o investimento direto.

2020

Ao longo dos anos seguintes, o fundo realizou diversas emissões de cotas para crescer o patrimônio e diversificar a carteira. Aquisições marcantes incluíram a entrada em condomínios logísticos modernos em hubs estratégicos do Sudeste, Sul e Nordeste, ampliando a presença geográfica. A pandemia de Covid-19, em 2020 e 2021, foi um catalisador importante para o segmento logístico como um todo, com a aceleração do e-commerce gerando demanda intensa por galpões modernos próximos a centros urbanos. O XPLG11 manteve vacância baixa e distribuições estáveis, reforçando a tese defensiva do segmento dentro do universo de FIIs.

2022

Nos anos subsequentes à pandemia, o fundo enfrentou o desafio do ciclo de Selic alta entre 2022 e 2024. A pressão sobre cotações de FIIs em geral atingiu o XPLG11, que chegou a negociar com desconto relevante sobre o valor patrimonial mesmo com fundamentos operacionais preservados. A gestão manteve foco em qualidade do portfólio, indexação inflacionária dos contratos, manutenção de ocupação elevada e seleção rigorosa de novas aquisições.

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A trajetória do XPLG11 acompanhou a consolidação dos FIIs logísticos como classe relevante de ativos para investidores pessoa física brasileiros. A combinação de gestão XP, ticket razoável, liquidez diária elevada e distribuição mensal isenta de IR fez do fundo um dos mais conhecidos do segmento. A capacidade de capturar oportunidades em ciclos diversos, com aquisições disciplinadas e reciclagem de capital, posicionou o XPLG11 para participar do crescimento estrutural da logística brasileira ao longo dos próximos anos.

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre XPLG11

Como funciona a distribuição de rendimentos do XPLG11?

O XPLG11 distribui rendimentos mensalmente aos cotistas, padrão dos FIIs brasileiros, com pagamentos geralmente em torno do 10º ao 15º dia útil de cada mês, referentes ao caixa gerado no mês anterior pelos aluguéis recebidos e demais receitas. Para pessoa física, esses rendimentos são isentos de imposto de renda, desde que o fundo tenha pelo menos 50 cotistas, a cota seja negociada exclusivamente em bolsa e o investidor não possua mais de 10% das cotas. Essa isenção é uma das vantagens estruturais do veículo FII em relação a aluguel tradicional, debêntures ou outros instrumentos de renda fixa.

Qual o histórico de dividend yield do XPLG11?

O dividend yield mensal anualizado do XPLG11 historicamente oscila em faixa de cerca de 6% a 11% ao ano, dependendo do ciclo de juros e do preço de mercado da cota. Em períodos de Selic baixa e cota próxima ao valor patrimonial, o yield tende ao piso da faixa. Em ciclos de Selic alta com cota descontada, o yield se aproxima do teto. Vale lembrar que o yield futuro depende não apenas dos rendimentos atuais, mas também da capacidade do gestor de manter ocupação, indexar contratos à inflação, evitar quebras de contrato e reciclar capital com ganhos de capital ocasionais.

O que significa P/VP acima ou abaixo de 1 para o XPLG11?

O P/VP é a relação entre preço de mercado da cota e valor patrimonial por cota. Acima de 1, o mercado paga prêmio sobre o patrimônio do fundo, geralmente por confiar na capacidade de geração de receita futura ou em razão de fluxos de demanda elevada por FIIs. Abaixo de 1, indica desconto sobre o valor dos ativos, comum em ciclos de juros altos ou quando há percepção de risco setorial. Para o XPLG11, P/VP histórico tende a oscilar em torno da paridade, com excursões para cima em momentos de otimismo logístico e para baixo em ciclos de aperto monetário ou pressão geral sobre o segmento.

Como a Selic afeta o XPLG11?

A Selic exerce influência direta sobre o preço das cotas de FIIs. Quando a taxa básica sobe, títulos públicos pós-fixados oferecem rentabilidade real mais atrativa sem risco de mercado, deslocando capital para renda fixa e comprimindo o preço dos FIIs. Quando a Selic cai, o yield relativo dos FIIs se torna mais competitivo e a cota tende a se valorizar. A receita operacional do XPLG11 sofre menos impacto direto da Selic, já que contratos típicos e atípicos são reajustados por IPCA ou IGP-M, mas o valor de mercado da cota oscila significativamente com o ciclo de juros, criando janelas de entrada interessantes em ciclos de aperto monetário.

XPLG11 é bom para renda passiva e aposentadoria?

XPLG11 é frequentemente citado em carteiras voltadas à geração de renda passiva por combinar distribuição mensal, isenção fiscal para pessoa física, exposição a ativos reais com indexação inflacionária via contratos e exposição direta ao tema estrutural do crescimento do e-commerce no Brasil. Para aposentadoria, faz sentido como uma das peças de uma carteira diversificada, complementando outros FIIs de tijolo, FIIs de papel, títulos públicos e ações pagadoras de dividendos. O investidor precisa estar preparado para volatilidade de cotação em ciclos de juros e entender que a distribuição mensal pode oscilar conforme vacância, renegociações e composição do portfólio.

Qual a diferença entre FII de tijolo e FII de papel no caso do XPLG11?

XPLG11 é classificado como FII de tijolo, ou seja, investe diretamente em imóveis físicos, no caso galpões logísticos, e gera receita por meio de aluguéis. FIIs de papel, por outro lado, investem em recebíveis imobiliários como CRIs e geram receita por juros desses títulos. A principal diferença prática é que tijolo tende a ter receita mais estável em termos reais, indexada à inflação via contratos, mas vacância e renegociações afetam o resultado, enquanto papel oscila com indexadores como CDI e IPCA, tem risco de crédito do emissor mas zero vacância. Em uma carteira balanceada, costuma-se combinar fundos de tijolo como o XPLG11 com fundos de papel.

Qual o risco de vacância no XPLG11?

A vacância no XPLG11 historicamente é baixa, em razão da qualidade dos imóveis, da localização premium e da diversificação de inquilinos por setor. Mesmo assim, há sempre o risco de saída de inquilino relevante, recuperação judicial ou redução de ocupação por reestruturação operacional do locatário. O fundo mitiga esse risco mantendo contratos atípicos longos para parte expressiva da receita, diversificando inquilinos e setores e reservando capital para retrofit de imóveis em caso de devolução. Períodos pontuais de vacância elevada já ocorreram no setor como um todo, e XPLG11 tende a absorver esses eventos com impacto contido na distribuição mensal.

Como o crescimento do e-commerce afeta o XPLG11?

O crescimento estrutural do e-commerce no Brasil é um dos principais drivers de tese para o XPLG11 e demais FIIs logísticos. À medida que o varejo digital amplia participação no comércio total, a demanda por galpões modernos próximos a grandes centros urbanos cresce, sustentando ocupação e valores de aluguel. Operadores logísticos terceirizados, varejistas digitais e indústrias de bens de consumo são os principais inquilinos beneficiados por essa tendência. O XPLG11, com portfólio focado em galpões classe A em hubs estratégicos, está posicionado para capturar essa demanda, embora dependa também de execução disciplinada da gestão e da evolução geral do consumo no país.

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